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EXTRA

Rocco Morabito foi preso no Uruguai em 2017 e escapou dois anos depois

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Rocco Morabito é procurado desde 1994 e estava incluído na lista do Ministério do Interior dos 10 fugitivos mais perigosos da Itália Imagem: 04.set.2017 - Divulgação

A representação da Interopol em João Pessoa, composta por policiais federais brasileiros, prendeu na segunda-feira Rocco Morabito, que integrava a lista de criminosos mais procurados da Itália desde 1994. Ele foi detido em um hotel no bairro Tambaú, na companhia de outros dois estrangeiros. De acordo com a agência Ansa, um deles é o italiano Vincenzo Pasquino, que também fazia parte da lista de mais procurados.

Em 2017, Morabito foi preso no Uruguai, mas escapou da prisão dois anos depois, enquanto aguardava a extradição para a Itália, onde foi condenado a 30 anos de prisão. Na época, na companhia de outros três internos, conseguiu fugir por um buraco no telhado da prisão. Segundo o jornal Corriere della Sera, 15 policiais foram investigados por favorecerem a saída do preso e o escândalo levou à renúncia do chefe do sistema carcerário.

Conhecido como o "rei da cocaína em Milão", o criminoso de 54 anos faz parte de um grupo mafioso denominado 'Ndrangheta, que controla o fornecimento de grande quantidade de cocaína enviada principalmente para a Europa e a América. No início deste ano, centenas de membros suspeitos do mesmo grupo foram a julgamento, o maior há décadas na Itália.

Há registros da atuação de Morabito no tráfico de drogas entre Brasil e Europa desde a década de 1990, conforme investigação realizada na época, no âmbito de Operação denominada "King" (rei, em inglês). Ações mais recentes da PF também indicaram a relação das atividades da 'Ndrangheta com organizações criminosas brasileiras.

Natural de Africo, na província de Reggio Calabria, o italiano deve responder pelos crimes de associação criminosa e tráfico de drogas. Estava atrás apenas de Matteo Messina Denaro na lista de fugitivos mais procurados do país europeu.

A prisão no Brasil foi uma colaboração internacional de autoridades italianas, dos EUA e brasileiras. De acordo com a PF, uma equipe de policiais italianos do Escritório Central da Interpol em Roma, que participou da investigação, e dos Carabinieri, as Forças Armadas da Itália, chegou ao Brasil no domingo ante a perspectiva de que a prisão fosse realizada.

 

 

 

 

FONTE: https://extra.globo.com/casos-de-policia/quem-rocco-morabito-rei-da-cocaina-em-milao-foragido-ha-mais-de-20-anos-preso-pela-pf-em-joao-pessoa-rv1-1-25032736.html

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O FBI, serviço federal de Investigações dos Estados Unidos, prendeu na sexta-feira (7/5),  um grupo de 10 brasileiros acusados de roubar documentos de identidades de americanos para fraudar acesso em aplicativos como Uber, Instacart, Doordash, Lyft, entre outros. Os brasileiros foram presos em Massachusetts, Flórida e Califórnia, nos EUA.

golpefinanceiro110521© Pixabay Os brasileiros foram presos em Massachusetts, Flórida e Califórnia após roubar documentos de identidades de americanos para fraudar acesso em aplicativos

A investigação do FBI envolve um grupo de 19 brasileiros e 10 já foram presos – os outros nove estão sendo procurados. 

Um valadarense, que tem cidadania americana, explicou que a ação de muitos imigrantes tem sido voraz no mercado de trabalho de aplicativos. Tanto que milhares se dedicam a atuar nessa área, deixando de lado o trabalho pesado que faziam tempos atrás, em restaurantes, construção civil e limpeza.   Nesta ação, o imigrante aluga o direito de operacionalizar os aplicativos. Quem ganha muito dinheiro com as fraudes são os imigrantes que comandam o esquema, usando documentos de cidadãos americanos, cujos dados eles obtêm de forma ilegal.

O imigrante que informou ao Estado de Minas como funciona o esquema fraudulento disse que há casos de imigrantes brasileiros que ganharam US$ 1 milhão em um ano.    O FBI chegou aos imigrantes que cometiam os crimes checando informações do Internal Revenue Service (IRS), a receita federal americana. A pista é a mesma que a fonte "Deep throat" (Garganta Profunda) passou aos jornalistas Carl Bernstein e Bob Woodward, do jornal Washington Post, em 1974, quando investigaram uma série de atos de corrupção no governo do então presidente Richard Nixon. A pista do "Deep throat" era "siga o dinheiro".   Seguindo o dinheiro, o FBI ouviu histórias dos cidadãos americanos lesados pelos falsificadores, que se espantaram com valor do Imposto de Renda devido, descrito nos formulários gerados pelo IRS. Eles teriam de pagar o imposto sobre o montante que os golpistas ganharam com os aplicativos. Cerca de 2 mil cidadãos americanos foram lesados.

O aplicativo Instacart, que gera muitos empregos nos Estados Unidos, é alvo de quadrilhas de falsificadores, que alugam ou vendem inscrições fraudadas para imigrantes irregulares© Reprodução da Internet O aplicativo Instacart, que gera muitos empregos nos Estados Unidos, é alvo de quadrilhas de falsificadores, que alugam ou vendem inscrições fraudadas para imigrantes irregulares

Como era o esquema

O FBI informou que os imigrantes brasileiros presos são acusados de roubar identidades de cidadãos americanos, vítima dos falsificadores, cuja inocência já foi comprovada.

No esquema, os números de Social Security (SSN) e carteiras de motoristas de cidadão americanos são roubados e usados na abertura de contas nos aplicativos. Com as contas abertas, os imigrantes alugam ou vendem essas contas para imigrantes sem documentos, que não têm autorização para dirigir.   Para o FBI, os imigrantes que praticaram a fraude colocaram em risco a segurança pública quando proporcionaram a pessoas inabilitadas a possibilidade de trabalhar nos aplicativos.

O grupo de imigrantes também usou, segundo o FBI, robôs para hackear os programas de bônus das empresas, aumentando a receita gerada pelas contas falsas, cujo valor não foi divulgado.   Em caso de condenação, os imigrantes brasileiros podem pegar até 20 anos de prisão, pena aplicada aos que conspiram contra o sistema financeiro dos Estados Unidos.

O total da pena prevista inclui o crime de fraude eletrônica, uso de identidade falsa, dentre outras acusações. Além da pena, eles serão multados em até US$ 250 mil, ou duas vezes o ganho na fraude.   Mas a dor de cabeça não para por aí. O imigrante valadarense que informou ao EM a mudança de hábitos no trabalho dos imigrantes sem documentos, presas fáceis dos falsificadores, disse que há um outro custo fabuloso a ser pago por aqueles que se envolvem com a Justiça americana: os honorários dos advogados que farão a defesa. "Eles vão ter de desembolsar uma boa grana para pagar os advogados", disse.

NOTA DA UBER

"Nós somos gratos aos esforços do FBI por investigar esses casos e trazer os envolvidos à justiça. A Uber tem um time global de investigações e sistemas que ajudam a rastrear e identificar esse tipo de comportamento fraudulento, possibilitando que a empresa forneça essas informações de forma proativa às autoridades para proteger nossos usuários."

 

 

 

 

FONTE: https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/fbi-prende-10-brasileiros-por-golpes-contra-o-sistema-financeiro-dos-eua/ar-BB1gzV25

 

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Mirelle Pinheiro

Mulheres eram levadas ao exterior para serem exploradas sexualmente. Há suspeitos presos em Goiânia

policiafederal270421Divulgação/PF

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (27/4), a Operação Harem BR, para combater o tráfico internacional de mulheres para fins de exploração sexual. Estão sendo cumpridos nove mandados de busca e apreensão e oito de prisão preventiva, sendo cinco deles incluídos na Difusão Vermelha da Interpol. Isso porque existe a suspeita de que alguns investigados estejam fora do país, mais precisamente no Paraguai, nos Estados Unidos, na Espanha, em Portugal e na Austrália.

As investigações tiveram início em 2019, em inquérito policial que tramita na Delegacia de Polícia Federal em Sorocaba/SP, instaurado a partir de desdobramento da denominada Operação Nascostos. Na ocasião, os policiais desarticularam um grupo de estelionatários que aplicava fraudes pela internet, mediante a clonagem de cartões de crédito.

No curso da investigação da Operação Nascostos os policiais identificaram que algumas das compras feitas pelos estelionatários com cartões clonados foram de passagens aéreas, que tiveram como destinatárias duas garotas de programa que viajaram a Doha/Catar.

Uma vez identificadas essas vítimas de exploração sexual, elas relataram cerceamentos de direitos a que foram submetidas nesse destino, bem como que receberam as passagens de um indivíduo que as agenciou para a prática dos atos de prostituição.

Com o avanço das investigações, identificou-se uma rede de agenciadores/aliciadores que atua na exploração sexual tanto em território nacional quanto no exterior. Até o momento, a investigação apurou que os países nos quais houve viagens para fins de exploração sexual são Brasil, Paraguai, Bolívia, Estados Unidos, Catar e Austrália.

Há indícios, ainda, de que em algumas viagens ao Paraguai foram aliciadas/agenciadas garotas menores de 18 anos. Apura-se, ainda, a apresentação de documentos possivelmente falsos perante a Embaixada da Austrália no Brasil para dar entrada em pedidos de vistos australianos, como contracheques e comprovantes de vínculos empregatícios.

Os mandados de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara da Justiça Federal em Sorocaba, estão sendo cumpridos nas cidades de São Paulo, Goiânia (GO), Foz do Iguaçu (PR), Venâncio Aires (RS), Lauro de Freitas (BA) e Rondonópolis (MT).

Os crimes investigados são: favorecimento da prostituição ou outra forma de exploração sexual de criança ou adolescente ou de vulnerável (Código Penal, artigo 218-B, caput e § 2º, I); tráfico de mulheres para fins de exploração sexual (Código Penal, artigo 149-A, V); falsidade material e/ou ideológica e uso de documento falso (Código Penal, artigos 298, 299 e 304); favorecimento da prostituição ou outra forma de exploração sexual (Código Penal, artigo 228); e Rufianismo (Código Penal, art. 230).

Mandados de busca e mandados de prisão:

Bahia — dois mandados de busca;
Foz do Iguaçu — um mandado de busca e um de prisão no mesmo local;
São Paulo — três mandados de busca;
Goiânia — um mandado busca e um de prisão mesmo local;
Rondonópolis — um mandado de busca e o mandado de prisão mesmo local;
Rio Grande do Sul (Santa Cruz) — um mandado de busca

 

 

 

 

FONTE: https://www.metropoles.com/brasil/policia-federal-prende-acusados-de-trafico-internacional-de-mulheres

 

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Arthur Guimarães, Carlos de Lannoy, Leslie Leitão e Marco Antônio Martins, Bom Dia Rio e G1 Rio

Casal é suspeito de atrapalhar as investigações e de ameaçar testemunhas para combinar versões. Os dois vinham negando envolvimento na morte, mas polícia fala em assassinato com tortura.

drjairinho080421Doutor Jairinho é preso no caso do assassinato do menino Henry — Foto: Reprodução

A Polícia Civil do RJ prendeu nesta quinta-feira (8), dentro das investigações da morte do menino Henry Borel, o vereador carioca Dr. Jairinho (Solidariedade), padrasto da criança, e Monique Medeiros, mãe do garoto.

Investigadores da 16ª DP (Barra da Tijuca) afirmam que Henry foi assassinado no dia 8 de março — com emprego de tortura e sem chance de defesa da vítima.

O casal foi preso por atrapalhar as investigações e por ameaçar testemunhas para combinar versões.

Os mandados foram expedidos nesta quarta-feira (7) pelo 2º Tribunal do Júri da Capital. A prisão é temporária, por 30 dias.

O G1 tenta contato com a defesa do casal. Até então, eles negavam qualquer envolvimento com a morte de Henry e afirmavam que tinha sido um acidente doméstico.

Jairinho e Monique não deram declarações ao serem presos, em Bangu, nem quando chegaram à 16ª DP.

'Sessão de tortura'

Policiais descobriram que, antes do fim de semana da morte, Dr. Jairinho já agredia o menino com chutes, rasteiras e golpes na cabeça.

Segundo a polícia, Monique sabia disso pelo menos desde fevereiro.

O vereador teria praticado pelo menos uma sessão de tortura contra o enteado em fevereiro.

<a href=Monique Medeiros, mãe do menino Henry, é presa por suspeita de envolvimento na morte da criança — Foto: Reprodução

Resumo

  • Henry foi encontrado morto na madrugada de 8 de março no apartamento em que Monique, mãe do garoto, vivia com Dr. Jairinho;
  • Os dois alegaram que o menino sofreu um acidente e que estava "desacordado e com os olhos revirados e sem respirar";
  • Mas os laudos da necropsia de Henry e da reconstituição no apartamento do casal afastam essa hipótese;
  • O documento informa que a causa da morte foi hemorragia interna e laceração hepática [no fígado] causada por uma ação contundente [violenta].
  • A polícia diz que, semanas antes de ser morto, Henry foi torturado por Jairinho. Monique sabia;
  • Nesta quinta (8), Dr. Jairinho e Monique foram presos temporariamente, suspeitos de tentar atrapalhar as investigações;
  • A defesa ainda não se manifestou sobre a prisão. Jairinho e Monique não falaram ao serem detidos.

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Desde o dia 8 de março, os policiais ouviram pelo menos 18 testemunhas e reuniram provas técnicas que descartaram a hipótese de acidente — levantada pela própria mãe da criança em seu termo de declaração na delegacia.

Além de dois laudos periciais, de necropsia e de local — realizado nas três visitas ao apartamento 203 do bloco 1 do Condomínio Majestic, no Cidade Jardim, na Barra da Tijuca —, dados extraídos dos telefones celulares do casal, apreendidos no último dia 26, formaram um conjunto de elementos para embasar o pedido do delegado Henrique Damasceno, que comanda as investigações.

Necropsia apontou ação violenta

A primeira importante prova que chegou às mãos dos investigadores foi um laudo assinado pelo médico-legista Leonardo Huber Tauil, feito após duas autópsias realizadas no cadáver da criança, nos dias 8 e 9 de março.

No documento, o perito do Instituto Médico-Legal (IML) descreve que a criança sofreu “múltiplos hematomas no abdômen e nos membros superiores”, “infiltração hemorrágica” na parte frontal, lateral e posterior da cabeça, apontou “grande quantidade de sangue no abdômen", “contusão no rim” e “trauma com contusão pulmonar”.

A causa da morte foi por “hemorragia interna e laceração hepática [danos no fígado] causada por uma ação contundente [violenta]”.

A TV Globo enviou o laudo para 12 especialistas. Todos descartaram a hipótese de acidente.

“Quando a criança cai, não bate com todos os lados ao mesmo tempo. Há lesões em muitas partes, em pontos diferentes da cabeça. O que posso afirmar é que esse menino não caiu da cama. São lesões praticadas por instrumento contundente, aplicado de forma violenta. Feitas por um adulto”, afirmou o médico-legista Júlio Cury, ex-diretor do IML.

Reconstituição afastou acidente

Além do laudo cadavérico, a Polícia Civil tem em mãos mais uma prova técnica que desmonta a tese de acidente. No último dia 1º de abril, investigadores e peritos do ICCE estiveram pela terceira vez no apartamento.

 

Lá, fizeram uma reprodução simulada ao longo de quatro horas. Os peritos calcularam todas as possibilidades:

  • uma queda da própria altura;
  • a queda da cama;
  • a queda de uma poltrona que ficava ao lado da cama;
  • e a queda de uma escrivaninha.

A TV Globo apurou que nenhum desses cenários, de acordo com a conclusão dos peritos, causaria as lesões identificadas na autópsia.

Casal se mudou esta semana

Os investigadores passaram a acompanhar os passos do casal há dois dias. Na noite desta quarta-feira, descobriram que eles não dormiriam nas casas de seus familiares em Bangu, na Zona Oeste do Rio, como vinha acontecendo desde a morte do menino, quando deixaram o condomínio na Barra da Tijuca.

Jairinho saiu da casa do pai, o ex-deputado estadual Jairo dos Santos, o coronel Jairo, com um mochila e buscou a mulher na casa dos pais dela. Eles seguiram para uma outra casa na mesma região, onde passaram a noite.

Conversas apagadas

Os policiais descobriram ainda que, após o início das investigações, o casal apagou conversas de seus telefones celulares. Suspeitam, inclusive, que eles tenham trocado de aparelho.

A perícia do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) usou um software israelense, o Cellebrite Premium, comprado pela Polícia Civil no último dia 31 de março, para recuperar o conteúdo.

<a href=Monique Medeiros da Costa Almeida e Dr. Jairinho deixam a delegacia após 12 horas de depoimento sobre a morte do menino Henry Borel — Foto: Reprodução/TV Globo

Em relação a Monique, mãe de Henry, que namorava o vereador desde 2020, os policiais levantaram informações sobre o comportamento dela após a morte do filho que chamaram a atenção. Primeiro que ela chegou a trocar de roupa duas vezes até escolher o melhor modelo, toda de branco, para ir à delegacia.

Outra que, no dia seguinte ao enterro, Monique passou a tarde no salão de beleza de um shopping na Barra da Tijuca. Três profissionais cuidaram dos pés, das mãos e do cabelo da professora, que pagou R$ 240 pelo serviço.

Perfil violento

O inquérito da 16ª DP ainda reuniu elementos que mostram o perfil agressivo do vereador. Uma testemunha relatou na delegacia que, durante seu relacionamento de dois anos com Jairinho, cerca de oito anos atrás, ele agrediu várias vezes sua filha, que tinha 4 anos de idade na época.

A menina, hoje com 13 anos, ainda prestou depoimento em outra investigação, aberta contra Dr. Jairinho na Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Dcav). Um psicólogo acompanhou o relato em que a adolescente narrou uma série de agressões com chutes, pisões e até afogamento na piscina.

Ana Carolina Netto, ex-mulher do vereador, foi intimada e prestará depoimento nesta sexta-feira (9). Um registro de ocorrência feito por ela e um laudo de exame de corpo de delito de 2014 narram agressões de Jairinho contra a ex.

Ela acabou desistindo de seguir com a acusação e o Ministério Público arquivou o caso. Mas vizinhos ouvidos pela TV Globo narram que as brigas eram frequentes. Após uma dessas noites de agressões, a filha do casal, com 11 anos na época, chegou a fugir de casa.

 

 

 

 

FONTE: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2021/04/08/operacao-henry.ghtml

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FolhaPress

Evento desrespeitava regras da fase emergencial do Plano São Paulo, que só permite serviços essenciais

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A Polícia Civil interrompeu uma festa clandestina com cerca de 130 pessoas na zona sul de São Paulo

São Paulo (SP) - Uma festa com cerca de 130 pessoas foi interrompida pela Polícia Civil na travessa do Jameleiro, região do Grajaú, zona sul, na madrugada deste domingo (4). Na ação, um foragido da Justiça foi preso.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), gestão João Doria (PSDB), cerca de metade dos participantes da festa não usava máscara de proteção. Nenhum deles respeitava as regras de distanciamento social. No local também havia narguilés que, de acordo com a SSP, poderiam ser compartilhados entre os jovens.

O caso foi registrado no Departamento de Proteção à Pessoa e a Cidadania (DPPC), e o responsável pelo esstabelecimentos e os funcionários foram encaminhados à unidade e autuados por infração de medida sanitária preventiva.

A ação faz parte das medidas de combate às aglomerações durante a fase emergencial do Plano São Paulo, que proíbe serviços não essenciais.

Na sexta-feira (2), a polícia já havia fechado uma festa com cem pessoas em Itaquera, zona leste, um spa na Aclimação, região central, e um bar em Pinheiros, zona oeste. Em Mauá, no ABC Paulista, a prefeitura também encerrou uma festa com 90 pessoas.

A Polícia Civil já investiga outras 4.600 pessoas que foram flagradas em festas clandestinas.

A Vigilância Sanitária Estadual realizou, de 1º de julho de 2020 a 31 de março de 2021, 238.826 inspeções e 5.355 autuações. Com a intensificação das ações devido à Fase Emergencial, só no mês de março as equipes inspecionaram 33.271 locais e fizeram 1.439 autuações.

Qualquer pessoa pode denunciar festas clandestinas e funcionamento irregular de serviços não essenciais em São Paulo (SP) pelo telefone 0800-771-3541 e também no site www.procon.sp.gov.br ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., do Centro de Vigilância Sanitária.

 

 

 

 

FONTE: https://www.jcnet.com.br/noticias/nacional/2021/04/754965-policia-interrompe-festa-com-130-pessoas-na-zona-sul-de-sp.html

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu nesta terça-feira, 30, nove integrantes da narcomilícia chefiada por Wellington da Silva Braga, o Ecko, considerado pelas autoridades como o maior miliciano do estado e o bandido mais procurado. A força-tarefa ocorreu em Bangu, na Zona Oeste da capital. Com o grupo, foram apreendidos armas, munição, identidades e distintivo falsos da polícia, cartões de crédito, máquinas de cartão, um notebook, além de drogas. No interior de um veículo, havia um caderno com anotações com a contabilidade da quadrilha.quadrilha300321© Divulgação/VEJA.com QUADRILHA ECKO

A milícia de Ecko, que antes atuava apenas na Zona Oeste, está presente hoje em pelo menos 20 bairros do Rio e outros municípios da Baixada Fluminense e da Costa Verde fluminense, segundo a polícia. Ecko era aliado de Adriano Magalhães da Nóbrega, ex-capitão do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), que se tornou miliciano e o mais temido matador de aluguel do Rio. Capitão Adriano foi morto após operação da polícia da Bahia, em fevereiro de 2020.

De acordo com o delegado Marcus Amim, um dos presos estava entre os detidos em uma festa no sítio de Ecko, em abril de 2018. Na ocasião, 149 pessoas foram presas acusadas de envolvimento com a milícia, mas Ecko conseguiu fugir. A ação desta terça-feira foi considerada pela polícia um baque no bando do miliciano, conhecido por vender drogas ilícitas e cometer crimes como sequestros e extorsões de criminosos de facções rivais fingindo ser policiais civis.

Na operação, foram presos: Valcir Francisco Dos Santos, Diego Felipe Almeida dos Santos, Ulisses Ricardo Gomes De Sousa, Daniel Felipe Xavier Sudre, Diego Santos De Menezes, Wagner Da Silva Rocha, Caio Dos Santos Miguel, Marlon Barroso Camacho e Gabriel Sardinha Barros.

 

 

 

 

FONTE: https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/pol%c3%adcia-prende-quadrilha-chefiada-por-maior-miliciano-do-rio/ar-BB1f7PNv

 

 

 

 

FONTE: https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/pol%c3%adcia-prende-quadrilha-chefiada-por-maior-miliciano-do-rio/ar-BB1f7PNv

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