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Redação Hypeness

Entre 1915 e 1960, mais de 5 milhões de afro-americanos migraram do sul dos EUA para o norte, num fenômeno que ficou conhecido como “A Grande Migração”. Segundo historiadores, ela aconteceu em dois períodos, sendo que o segundo se deu após a Grande Depressão, em 1929.

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E lá por 1940, centenas de afro-americanos migraram para Chicago, que despontava como um grande centro industrial, com promessas de trabalho e uma vida melhor. “Pensei em vir para Chicago, pois lá poderia me afastar de um pouco do racismo e teria a oportunidade de fazer algo com meu talento. Não foi fácil, cara, mas foi muito melhor do que lá no sul, onde nasci”,  disse o pianista Eddie Boyd à Living Blue Magazine.

O fotojornalista Edwin Rosskam, que trabalhava para a Farm Security Administration, foi o encarregado de documentar através de imagens todo esse processo. Foram diversas semanas andando pelas ruas da cidade e clicando o cotidiano dos novos moradores.

O resultado desse trabalho são imagens em p&b inspiradoras, que foram publicadas no livro 12 Million Black Voices, e hoje pertencem à Biblioteca de Congresso. Confira algumas delas abaixo:

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Todas as fotos © Divulgação Library of Congress

 

 

 

 

FONTE: https://www.hypeness.com.br/2017/04/serie-de-fotos-em-pb-capta-a-experiencia-de-ser-negro-na-chicago-dos-anos-1940/

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Por Lucas Wetten

O recurso de Live Photos possibilita tirar uma foto - como o próprio nome já diz - "ao vivo", com movimentos capturados entre as frações de segundos de antes e de depois do clique da foto. E, dependendo da sua criatividade (e sorte), você pode conseguir uma foto muito bonita ao ornar estes movimentos capturados no clique.

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Você pode escolher uma Live Photo que gostou bastante para colocar como papel de parede do seu iPhone e ativar o movimento da foto "ao vivo" ao clicar na Tela de Bloqueio do seu dispositivo (veja como). No entanto, caso você queira postá-la em alguma de suas redes sociais, a imagem inevitavelmente vai se tornar uma foto estática - a não ser que você a converta em formato de vídeo. Sim, isso é possível.

Aprenda no tutorial abaixo a transformar suas Live Photos em vídeos para poder compartilhá-las em suas redes sociais:

Passo 1: no aplicativo Fotos do seu iPhone, entre na aba de "Fototeca" no menu do rodapé.


Vá em Fotos > Fototeca. Captura de tela: Lucas Wetten (Canaltech)

Passo 2: no topo direito da tela, clique em "Selecionar".


Clique em Selecionar no topo da tela. Captura de tela: Lucas Wetten (Canaltech)

Passo 3: selecione quais arquivos de Live Photos você deseja converter em vídeo e clique no ícone de compartilhamento no canto inferior esquerdo da tela.

Nota: não se preocupe com a sua foto original, ela ainda será mantida como uma foto "ao vivo" - o arquivo será duplicado para uma versão convertida em vídeo.


Selecione as Live Photos que deseja converter em vídeo. Captura de tela: Lucas Wetten (Canaltech)

Passo 4: dentre as opções, clique em "Salvar como Vídeo".

Clique em Salvar como Vídeo. Captura de tela: Lucas Wetten (Canaltech)

Passo 5: pronto, agora a sua Live Photo vai aparecer no seu rolo da câmera também convertida em vídeo.


Veja sua Live Photo transformada em vídeo. Captura de tela: Lucas Wetten (Canaltech)

Passo 6: entre em suas redes sociais e confirme que agora é possível postar a sua Live Photo como vídeo.


Compartilhe seu novo vídeo em suas redes sociais. Captura de tela: Lucas Wetten (Canaltech)

 

 

 

 

FONTE: https://canaltech.com.br/ios/como-transformar-live-photos-em-videos/

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Por: Vitor Paiva

Pelas ferramentas 3D do artista digital Maciek Martyniuk um cenário de sonho parece se tornar real – e cenas ao mesmo tempo loucas e relaxantes parecem se tornar parte da realidade desperta. Esse é o espírito da série “Dreamlands”, criada em 2019 pelo artista polonês: mas apesar de parecer uma foto um tanto impossível, tudo nas imagens foi feito em 3D, inspirado em uma longa viagem que Martyniuk fez pela Ásia antes de decidir se mudar para Barcelona, cidade onde hoje ele vive.

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Objetos do cotidiano se tornam índices oníricos no trabalho de Maciek Martyniuk

Foi no Japão, mais precisamente no santuário da ilha de Itsukushima, que a ideia para a série lhe tomou a imaginação. Diante do Torii flutuante do santuário, o emblemático portão construído sobre a água que é considerado Patrimônio da humanidade pela UNESCO desde 1996, que o artista imaginou criar outros cenários “de sonho” que pudessem passar um pouco pelo menos da tranquilidade, a beleza que o Santuário de Itsukushima ali lhe passava – mas com devidos toques surrealistas para elevar ainda mais as criações.


Toda a série “Dreamlands” foi feita em 3D


As imagens não passaram por qualquer processo de pós-produção

O artista polonês trabalhou com uma série de objetos ou paisagens supostamente banais, tornados em símbolos oníricos pelo deslocamento proposto. Camas, travesseiros, mesas de jantar, escadas, nuvens, flores, campos, casas, mares e lagos se sobrepõem em cenas deliciosamente calmas e perturbadoramente estranhas – exatamente como os sonhos podem ser.

A inspiração no Santuário de Itsukushima

O Santuário de Itsukushima foi fundado no ano de 593 d.C., e fica localizado próximo ao Monte Misen, local considerado sagrado para a religião xintoísta. Seu reconhecimento como patrimônio o protege a partir de leis severas, geridas pelo governo japonês.


O Santuário de Itsukushima © Wiki Commons

Maciek Martyniuk também conhecido como Yomagick, é um artista multidisciplinar que trabalha com arte digital e impressa, e a imagem do santuário localizado no meio de uma cena natural estonteante foi a inspiração central e conceitual para “Dreamlands”.


O cotidiano posto na natureza torna o banal em sonho no trabalho de Martyniuk


Nuvens, camas e escadas são deslocadas para um cenário louco – e 3D


A inspiração oriental veio da sobreposição na natureza no trabalho de Martyniuk


O artista polonês hoje vive em Barcelona, na Espanha
© fotos: divulgação

 

 

 

FONTE: https://www.hypeness.com.br/2021/04/um-sonho-3d-nas-paisagens-oniricas-criadas-por-maciek-martyniuk/

 

 

 

 

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Por Angela Correa - Metro

Fotógrafa húngara, que começou carreira perto dos 50 anos, dedicou série a personagens da noite paulistana como transformistas e travestis durante a ditadura militar

madalena schwartz110221Benê Lacerda, do Dzi Croquettes, em foto de 1974 - Acervo Instituto Moreira Salles/coleção Madalena Schwartz

A amizade de uma imigrante de meia-idade e  travestis e transformistas dos anos 1970 resultou em registros que imortalizam os personagens da noite paulistana resistindo em plena ditadura militar. A exposição “As Metamorfoses”, que abre nesta terça-feira (9) no Instituto Moreira Salles homenageia o centenário da fotógrafa Madalena Schwartz (1921-1993).

Nascida na Hungria, Madalena fugiu da perseguição aos judeus e imigrou para a Argentina aos 12 anos. Lá, casou-se, teve dois filhos e, perto dos 40 anos, em 1960, mudou-se para São Paulo. Estabeleceu-se no Centro, onde abriu uma lavanderia. Ali, teve contato com a efervescente cena cultural e ficou amiga, por exemplo, do escritor Ignácio de Loyola Brandão, um dos clientes da lavanderia.

O interesse pela fotografia foi uma obra do acaso, anos depois: um de seus filhos ganhou uma câmera em um concurso e foi Madalena quem mais ficou curiosa sobre o equipamento. Fez cursos no Foto Cine Clube Bandeirante e começou sua carreira aos 50 anos. Loyola Brandão, de cliente na lavanderia, virou cliente da fotógrafa.

Ali no Centro, a cena transformista começava a esquentar. O grupo carioca de teatro e dança Dzi Croquettes, composta por figuras andróginas no palco, fez uma estrondosa temporada no Teatro 13 de Maio e apresentações  do Secos e Molhados, que tinha à frente a figura seminua de Ney Matogrosso, eram comuns. Madalena fotografou esses artistas nos bastidores e também em seu estúdio, no Copan.

A série sobre esses personagens nasceu nesse ambiente e continuou com anônimos de  maquiagens caprichadas e muito glitter,  em salões de beleza e boates.

A proximidade de uma mulher aparentemente tão convencional com personagens que sofreram tanta perseguição parece improvável, mas pode ter resposta na própria trajetória da fotógrafa.

“O fato de ela ser mulher, ter sido perseguida e imigrante, fez com que a fotografia dela fizesse uma aliança com personagens mais pobres e discriminados. Ela vai além de motivações jornalísticas, financeiras e mesmo estéticas, porque, apesar de serem fotos muito bonitas, há muita afetividade, ultrapassando a relação fotógrafo-modelo”,  explica o professor de literatura brasileira na Universidade de Buenos Aires, Gonzalo Aguilar, um dos curadores ao lado de Samuel Titan Jr., coordenador executivo do IMS.

Com seus retratados, a relação era de amizade mesmo. Isso é perceptível em detalhes como seus gatos “invadindo” a pose dos personagens.

Além da história singular de Madalena em 112 de suas fotografias,  a mostra exibe o que acontecia no Brasil nos anos de chumbo sob o olhar desses personagens. “Foi algo ambivalente. Pela questão da ditadura, a política era um sufoco, mas, ao mesmo tempo,  pequenas comunidades a começaram a  viver a época do desbunde”, diz Aguilar.

Mostra amplia olhar para América Latina

Além da homenagem à Madalena, “As Metamorfoses” se propõe a analisar os movimentos nos anos 1970. O Brasil  foi uma vanguarda nesse aspecto. Alguns desses grupos de transformistas viajavam pela América Latina se apresentando e influenciando as cenas em outros países.

Esse diálogo é exposto em imagens pelos coletivos Archivo de la Memoria Trans, na Argentina e  Archivo Quiwa, da Bolívia. É a primeira vez que esses registros são exibidos no Brasil.

Obras da chilena Paz Errázuriz, do mexicano Adolfo Patiño e do venezuelano Vasco Szinetar também compõem a mostra, que tem ainda imagens do porto-riquenho Mario Montez (flagrado por Hélio Oiticica) e da cubana Phedra de Córdoba, que se exilou em São Paulo. 

 

 

 

 

FONTE: https://www.metroworldnews.com.br/entretenimento/2021/02/09/metamorfoses-exposicao-ims-homenageia-fotografa-madalena-schwartz.html

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Por Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil - Rio de Janeiro

Reflexos é o tema deste ano do Prix Photo Aliança Francesa

9prixphoto070221© 9ª edição do prêmio Prix Photo Aliança Francesa

Começam no próximo dia 10 as inscrições para o “Prix Photo Aliança Francesa”, que comemora dez anos de realização. O concurso nacional de fotografia da Aliança Francesa tem, este ano, o tema “Reflexos” e propõe a reinterpretação da essência da fotografia diante das transformações do mundo contemporâneo e dos desafios atuais. O certame vai oferecer ao primeiro colocado uma viagem a Paris com direito a acompanhante. Os classificados nos três primeiros lugares participarão também de uma exposição coletiva na Galeria da Aliança Francesa Botafogo.

As inscrições ficarão abertas até as 23h59min do dia 10 de abril, através do 'site' www.prixphotoaf.com.br. O concurso é realizado pela rede das Alianças Francesas do Brasil, em parceria com a Air France e o Hotel Santa Teresa, é está aberto a fotógrafos profissionais e amadores, maiores de 18 anos de idade, de qualquer nacionalidade, desde que residam no Brasil, e que apresentem propostas artísticas originais ou experimentais, abstratas ou documentais. Não poderão participar fotos premiadas em outros concursos.

O segundo lugar do certame ganhará um fim de semana para duas pessoas no Santa Teresa Hotel RJ MGallery e o vencedor do prêmio do júri popular receberá bolsa de um semestre na Aliança Francesa. O concurso conta com apoio cultural do Foto Rio, um dos mais importantes festivais de fotografia da América do Sul, entre outras instituições.

prixohoto070221

De acordo com informação da assessoria de imprensa da Aliança Francesa do Rio, depois do preenchimento 'online' da ficha de inscrição, os participantes deverão enviar também, pela internet, série de dez fotografias coloridas ou preto e branco, sob o tema “Reflexos”, ilustrado por uma fotografia da série “Terra d'água”, do fotógrafo francês Benoît Fournier, ganhador da edição de 2013 . As imagens poderão ser manipuladas ou não e deverão ser no tamanho máximo de 2mb, em formato JPG, e obtidas por meio de equipamento analógico (câmera de qualquer formato, pinhole ou outra técnica) ou digital.

Reflexos

O tema “Reflexos” da décima edição do “Prix Photo Aliança Francesa” foi inspirado na obra do fotógrafo Benoît Fournier e destaca que o reflexo está nas bases da fotografia, desde sua invenção no século 19, quando era necessário captar o reflexo da luz sob uma superfície para se produzir uma foto. Mesmo depois do aparecimento das câmeras digitais e 'smartphones', a fotografia continua sendo feita de reflexos. E no atual momento de pandemia global do novo coronavírus, ela segue sendo um instrumento importante não só para retratar, mas sobretudo denunciar os impactos da pandemia nas sociedades e em suas relações.

No ano passado, sob o tema Fronteiras, o concurso recebeu mais de 200 coleções de trabalhos de participantes inscritos. O vencedor do júri oficial em 2019 foi o cearense Osmar Gonçalves dos Reis Filho, com a série “A Sobrevivência dos Vagalumes”. Na segunda colocação, ficou a carioca Kitty Paranaguá, com a série “Tempo Presente”. O prêmio do júri popular foi concedido à Giuliana Mota de Mesquita, de Nova Friburgo (RJ), pelo ensaio “Olhar Fronteiriço”. Ganhou destaque ainda o ensaio “Favelicidade”, de Luiz Baltar (RJ), ao qual foi conferida menção honrosa. Em razão da pandemia de covid-19, a 9ª edição do Prix Photo Aliança Francesa ganhou exposição virtual interativa dos vencedores, que está disponível no 'site' www.prixphotoaf.com.br.

O júri do 10º Prix Photo Aliança Francesa é composto por Benoit Capponi, fotógrafo, fundador e membro do conselho da Revista Francesa Halogénure, voltada para a fotografia analógica e processos experimentais; Erika Negrel, secretária geral do Réseau Diagonal, rede que reúne locais de exibição, prática e produção fotográfica na França; Erika Tambke, fotógrafa que integra a equipe de coordenação do FotoRio 2020 e coordenadora da Semana de Ocupação Visual/FotoRio desde 2019; Eugênio Sávio, professor de fotografia e fotojornalismo, fotógrafo na área editorial e organizador do Festival de Fotografia de Tiradentes; João Kulcsár, professor, autor e curador de exposições fotográficas; Marina Alves, fotógrafa e cientista social, professora de fotografia e componente da Comissão de Mulheres organizadora do Festival FotoRio 2018; e Nicolas Henry, fotógrafo francês, organizador do festival PhotoClimat.

Nas nove edições anteriores, foram premiados 35 fotógrafos, disse à Agência Brasil o novo diretor cultural da Aliança Francesa Rio de Janeiro, Quentin Richard. Também coordenador cultural das Alianças Francesas no Brasil, Quentin Richard revelou que pretende trazer inovação ao trabalho desenvolvido pela instituição, reforçando sua vocação como espaço de produção cultural e artística bilateral. “Para nós é importante imaginar a cocriação entre artistas franceses e brasileiros e, dessa forma, favorecer os vínculos culturais dos dois países”.

Segundo Richard, o importante é que haja uma mistura, um intercâmbio, entre as duas culturas. Está nos planos também do diretor cultural promover residências artísticas no Brasil, “para imaginar criações culturais conjuntas”. Além de iniciativas virtuais, Quentin Richard pensa também em organizar eventos presenciais, que garantam a presença segura do público, com critérios sanitários bem definidos e um número reduzido de pessoas, enquanto durar a pandemia do novo coronavírus. A Aliança Francesa está presente no Brasil há 135 anos, completados em 2020. (Alana Gandra)

 

 

 

 

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2021-02/concurso-de-fotografia-da-alianca-francesa-abrira-inscricoes-no-rio

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Sebrae - Post Patrocinado

Lucas Studart, idealizador da plataforma Presença Digital do Zero, é uma das atrações confirmadas no Sebrae Inova Digital

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O consultor de marketing Lucas Studart é uma das atrações confirmadas no Sebrae Inova Digital, evento on-line gratuito que ocorre de 12 a 14 de novembro. O especialista é o idealizador da plataforma Presença Digital do Zero (PDZ), que ajuda empreendedores a se posicionarem e usarem as redes sociais para realizarem vendas, ensinando o passo-a-passo para crescer o negócio com a internet.

Atuando nas principais plataformas digitais, o PDZ impactou mais de 2 mil empreendedores em plena pandemia. Com lives, podcasts, artigos e cursos, a empresa ajuda pequenos empresários a se posicionarem no mundo digital e desenvolverem estratégias customizadas para cada tipo de negócio.

Designer e fotógrafo, os caminhos da vida profissional levaram Lucas para o ramo de food service, onde cresceu rapidamente. O especialista vai compartilhar um pouco da bagagem acumulada em quase 10 anos de atuação durante a palestra “Como usar vídeos e fotos no ramo da alimentação para vender produtos”.

Lucas diz que a palestra reunirá técnicas que vão ajudar o empreendedor a entender o processo digital e a importância de uma boa apresentação para as empresas de todos os setores, mas, em especial, do ramo alimentício.

“Se você, consumidor, se depara no aplicativo de delivery com um restaurante novo, o que vai fazer? O que vai te motivar a comprar em um lugar que você não conhece a comida? Ou imagine uma foto ruim e pratos sem imagens em um restaurante que só funciona via entrega. Se isso ocorrer, o único canal de vendas acaba sendo prejudicado. Então, não é só ter a presença digital, mas uma presença efetiva que converta em vendas”, explica.

O consultor defende que a imagem é, no mínimo, 50% do ponto de contato com o cliente. Para ele, a pandemia transformou a forma como as pessoas consomem e essa mudança não tem volta. “O empreendedor precisa compreender que o mercado digital é só uma extensão do físico. Quanto mais a gente trabalha a personalização, mais relevância temos e menos commodities nós somos. É aí que tornamos nossos produtos diferente”, acrescenta.

Sebrae Inova Digital

O evento vai reunir as principais autoridades nacionais e internacionais para discutir temas como empreendedorismo, marketing digital, proteção de dados e tendências. A iniciativa é gratuita e a transmissão irá ocorrer totalmente por meio digital.

A programação também conta com a participação de Jaron Lanier, outro entusiasta da internet, conhecido por ter contribuído na criação do protocolo da rede mundial de computadores, sendo considerado uma das mentes mais brilhantes do Vale do Silício; do empresário Flávio Augusto (Wise Up e Orlando City Soccer Club); do autor do livro Seja Foda, Caio Carneiro; do cofundador da Resultados Digitais, André Siqueira; da primeira influenciadora digital de moda brasileira, Camila Coutinho; do fundador da marca Reserva, Rony Meisier; do professor Clóvis de Barros Filho; e do chefe de e-commerce da fabricante chinesa Xiaomi para América Latina, In Hsieh; entre outras personalidades.

As inscrições são limitadas e podem ser feitas na página do Sebrae Inova Digital. Por lá é possível conferir toda a programação, bem como a lista de palestras que serão realizadas com conteúdos complementares, como storytelling, copywriting, inbound marketing, entre outros.

 

 

 

 

FONTE: https://www.metropoles.com/conteudo-especial/especialista-da-dicas-de-como-usar-videos-e-fotos-para-vender-na-web

 

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