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Ministério do Turismo

De Norte a Sul do país, estes atrativos encantam os visitantes e se tornam a principal motivação de roteiros turísticos

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Normalmente localizados ao ar livre, os mirantes são atrativos perfeitos para satisfazer as exigências do novo perfil de turista, impulsionado pela pandemia de Covid-19, que tende a buscar destinos em meio à natureza ou longe de aglomerações. Eles podem ser feitos de estruturas modernas e impactantes ou ter como único acesso uma trilha de terra no meio da mata. Seja como for, os mirantes sempre têm algo em comum: proporcionam uma vista linda de algum lugar incrível!

E como o Brasil é cheio de paisagens incríveis, existem incontáveis mirantes de Norte a Sul do país. A Agência de Notícias do Turismo selecionou alguns destinos que merecem ser o atrativo principal do seu próximo roteiro de viagem, claro que de forma segura e responsável, seguindo todos os protocolos de biossegurança.

A Região Sudeste conta agora com uns dos mirantes mais modernos do Brasil. Na última semana, o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, inaugurou oficialmente o atrativo que fica na cidade do Guarujá (SP). O mirante das Galhetas foi revitalizado com recursos do Ministério do Turismo e passou a contar com um piso de vidro do tipo skywalk a 45 metros do nível do mar. A plataforma permite admirar a paisagem da praia do Tombo, um importante atrativo paulista. Ainda na cidade, o ministro também visitou o mirante do Morro da Campina, que também foi reformado e contou com R$ 1 milhão de recursos federais. 


O mirante das Galhetas (SP) foi totalmente modernizado com recursos do MTur. Crédito: Roberto Castro/MTur

O município paulista de Presidente Epitácio também ganhou um mirante para contemplar o pôr do sol da cidade, considerado um dos mais bonitos do Brasil. O atrativo contou com mais de R$ 200 mil do MTur para melhorar a experiência dos turistas e moradores da região. Além de São Paulo, o Sudeste conta com inúmeros mirantes com vistas espetaculares, como o Mirante da Mata, em Belo Horizonte, e o icônico mirante do Cristo Redentor e do Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro.  

Já a Região Sul oferece cenários deslumbrantes emoldurados pelos pampas, hortênsias, araucárias e vinhedos. O Mirante Gelain, na Serra Gaúcha (RS) proporciona uma vista espetacular do rio das Antas e da Cascata Bordin, no interior de Flores da Cunha. Em Canela (RS), um mirante diferenciado vem atraindo visitantes aventureiros à cidade. O Skyglass é a primeira plataforma de aço e vidro da América Latina e considerada a maior do mundo. O atrativo avança 35 metros sobre o Vale da Ferradura, oferecendo uma vista de tirar o fôlego a 360 metros de altura sobre o Rio Caí.  

O Sul do país parece ter uma “quedinha” por mirantes que dão frio na barriga. Em Santa Catarina, o mirante do Parque Turístico Cachoeira Papuã, em Urubici, revela uma vista única da região. Situado a 120 metros do chão, o atrativo possui piso e parapeito de vidro que permitem ao visitante sentir a dimensão da natureza em sua volta e que dá uma emoção a mais ao passeio. O Parque Turístico une um espaço ecologicamente sustentável e acessível a uma das vistas mais lindas da serra catarinense. O Parque Quedas do Avencal, também em Urubici, possui uma estrutura semelhante que permite uma visão deslumbrante da Cascata do Avencal que cai a poucos metros do mirante.

Na Região Norte, o Mirante Edileusa Lóz, em Rio Branco (RR), foi aberto ao público no início de junho. A torre de mais de 100 metros permite que moradores e turistas contemplem a cidade e o Rio Branco ao fundo. Segundo a prefeitura municipal, mais de 200 pessoas visitaram o local no primeiro dia de funcionamento. No Amapá, o mirante da Lagoa Azul da Mina F12 está atraindo muitos turistas apaixonados pelo contato direto com a natureza. Localizado em Serra do Navio, município distante cerca de 200 km da capital amapaense, o espaço foi recém descoberto por um guia de turismo, que enxergou o enorme potencial turístico da região. O atrativo permite uma vista privilegiada da região amazônica e de um lago formado por uma antiga mina de magnésio.


A principal atração do mirante da Mina F12, em Serra do Navio (AP), é acampar no local e acordar com um amanhecer único. Crédito: Wirley Almeida/Guia de turismo e fotógrafo

Na Região Nordeste, por sua vez, opções de mirantes também não faltam. Um dos ícones fica em Fernando de Noronha (PE), o mirante da Baía dos Porcos/Dois Irmãos, proporciona uma imagem estonteante de uma das praias consideradas como mais bonitas do Brasil, a praia do Sancho. E o mirante do Morro Pai Inácio, na Chapada Diamantina (BA)? Também é de deixar o queixo de qualquer um caído.

A beleza do mirante do Gunga, em Alagoas, não fica para trás. Um mar de coqueiros se funde com o mar e o céu azuis, formando um enquadramento perfeito! Na capital alagoana, o Mirante São Gonçalo, um dos mais visitados de Maceió, foi reformado com recursos do Ministério do Turismo. Foram mais de R$ 200 mil em investimentos para melhorar a infraestrutura do ponto turístico. A vista panorâmica do mar, da região portuária e dos atrativos maceioenses atraem milhares de moradores e turistas ao local. 


Esta é a vista incrível do mirante do Gunga, em Alagoas. Crédito: Marco Ankosqui/MTur

Ainda no Nordeste do país, outro mirante muito procurado está localizado em um ponto mais urbano, o do Morro Santa Terezinha, em Fortaleza (CE). O atrativo faz qualquer pessoa parar o carro ou a caminhada para admirar o pôr do sol sobre o mar verde do Ceará. O espaço ganhou, no último ano, um elevador sobre trilhos (funicular) que tornou o local muito mais acessível. A melhoria foi realizada com um investimento de R$ 500 mil do Ministério do Turismo e contrapartida da prefeitura da cidade.  

E não tem como falar em mirante sem falar na Chapada dos Veadeiros, em Goiás, na região Centro-Oeste.  O local reúne uma coleção de mirantes imperdíveis, como o da Janela, que do alto de cerca de mil metros acima do mar é possível admirar os saltos do Rio Preto, uma dupla de cachoeiras que ficam dentro do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. O Mirante Alto do Céu, na Chapada dos Guimarães (MT), também é um espetáculo à parte na Região Centro-Oeste. Do topo de um paredão, o sol se põe alaranjado no horizonte sobre a cidade de Cuiabá.


Do mirante da Janela é possível ver os saltos do Rio Preto que ficam no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Crédito: Augusto Miranda/MTur

Por Vanessa Castro

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Categoria

Viagens e Turismo

 

 

 

 

FONTE: https://www.gov.br/turismo/pt-br/assuntos/noticias/conheca-alguns-mirantes-imperdiveis-pelo-brasil

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Redação Nova Mulher

O casamento é um grande passo. Então, certifique-se de que você e seu parceiro estão prontos para levar o relacionamento ao próximo nível

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O casamento é um grande momento da sua vida e, dependendo de como acontece, pode ser ótimo ou… péssimo. Refletir antes de subir ao altar é uma das melhores maneiras de garantir que você está tomando uma boa decisão.

A chave para analisar o presente e visualizar o futuro é saber o que aconteceu, o que acontece e o que pode acontecer no seu relacionamento para formar uma base que permita que vocês sejam um casal feliz.

E, como em muitos aspectos de nossa vida, tudo gira em torno de estágios:

Como saber se seu relacionamento é o ideal para o casamento

Seu relacionamento já passou do estágio em que ficavam sempre nus?

Por melhor que seja esse estágio, não é assim que a vida continua. Você precisa amar seu parceiro fora da cama tanto quanto o ama dentro dela. Ambos são importantes para um casamento feliz; portanto, certifique-se de que ambos estejam em boas condições de funcionamento.

Você tem mais de 25 anos?

De acordo com a revista Women’s Health, estudos sugerem que nosso cérebro não está totalmente desenvolvido até os 25 anos de idade e, portanto, nossa tomada de decisões pode ser um pouco lenta antes dessa idade. Não é uma regra ou algo parecido, mas, se você já passou dessa idade, biologicamente falando, você está pronta para se casar.

Você lidou com os sinais vermelhos do seu relacionamento?

“Sinais vermelhos” são aqueles pequenos (ou grandes) detalhes irritantes que você detecta em seu parceiro. Você nunca encontrará um marido que não tenha defeitos. Então, você deve decidir se pode viver com os que ele tem ou, se eles são muito sérios, passar para outro pretendente.

Você já falou sobre ter filhos e religião?

Essas são as questões que muitas vezes levam a discussões entre casais sobre diferenças de credo ou ideologia, sem mencionar o fato de que ter um filho pode ou não ser uma opção para seu parceiro. É importante deixar essas questões muito claras e não presumir nada que socialmente possa ser visto como óbvio no casamento.

Quem vai gerenciar as contas bancárias e outros requisitos domésticos?

Falar aberta e honestamente sobre as funções uns dos outros é outra tarefa importante. Defina se você quer ser dona de casa ou sair para trabalhar enquanto ele está fazendo as tarefas domésticas. Ou vocês dois podem querer sair para trabalhar. Presumir que você saiba a resposta a essas perguntas pode ser algo que arruína a harmonia conjugal futura.

Você consegue se imaginar andando de mãos dadas com essa pessoa com mais de 60 anos?

O casamento, quando bem feito, é uma maratona e você tem que controlar seu ritmo. Para ficarem juntos a longo prazo, vocês realmente precisam desfrutar da companhia um do outro. Acelerar as coisas só trará problemas, monotonia e possível separação.

 

 

 

 

FONTE: https://www.novamulher.com/estilo-de-vida/se-seu-relacionamento-passou-por-todas-estas-etapas-voce-esta-pronta-para-o-casamento.html

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Vinicius Konchinski, colaboração para a CNN

Na pandemia, profissionais vêm sofrendo com isolamento prolongado; após casos de suicídio, Justiça ordena mudança na escala de profissionais do setor

plataforma160621Mergulhadores de plataformas de petróleo se viram pressionados na pandemia por terem de fazer treinamentos e se isolar antes de embarcar Foto: Estadão Conteúdo

“Estou com a cabeça cansada”, desabafou o supervisor de mergulho P.E.L., 51, em mensagem de WhatsApp enviada a sua família de um hotel no Rio de Janeiro, no dia 15 de setembro de 2020. 

Ele havia passado 28 dias seguidos embarcado em um navio a serviço da Sistac, empresa que presta serviços de manutenção de plataformas para a Petrobras. P.E.L. trabalhava para a terceirizada havia 13 anos. Antes de poder ir para casa, em Santos (SP), foi avisado que teria de permanecer mais um dia na capital fluminense para um exame médico de rotina. E teria de retornar ao Rio três dias depois para treinamentos obrigatórios. 

 P.E.L. sentia-se pressionado. Sem os cursos compulsórios de aperfeiçoamento, ele não poderia embarcar novamente a trabalho. E, sem embarque, sua remuneração passaria de cerca de R$ 10 mil por mês para aproximadamente R$ 2,5 mil mensais. “Vamos lá...”, resignou-se.

O mergulhador concluiu os treinamentos em 26 de setembro. No dia seguinte, estava em Santos. Em 8 de outubro, voltou ao Rio para cumprir cinco dias de quarentena isolado num hotel. Os dias de resguardo em terra precederiam outros 28 numa embarcação.

No hotel, P.E.L. tinha todos os passos controlados pela empresa. Só saía do quarto para realizar exames e verificar se estava infectado pelo coronavírus. No dia 11, reclamou em nova mensagem enviada à família. “Estou num quarto que a visão é pra parede de outros quartos… Horrível! Uma caixa fechada”, escreveu, antes de enviar um emoji indicando desânimo. Ele também se queixava da comida e da falta de sinal de internet no dormitório.

No dia seguinte, o mergulhador não apareceu no horário combinado para a coleta de material para um exame PCR, o mais indicado para se detectar o coronavírus. Os colegas ligaram para o quarto. Ele não atendeu. Bateram na porta. Nada. Entraram à força e encontraram o rapaz caído no banheiro. P.E.L. havia se suicidado.

Esta reportagem trata deste e de outros casos de suicídio -- os nomes completos das vítimas não serão divulgados a pedido das famílias. Caso precise de ajuda ou informações, procure o Centro de Valorização da Vida (CVV), que dá apoio emocional e preventivo ao suicídio. Ligue para 188 (número gratuito) ou acesse www.cvv.org.br. 

Pandemia, trabalho e isolamento  

A morte de P.E.L. motivou uma investigação conjunta de servidores do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) do Rio e de Santos. Os órgãos públicos, vinculados às prefeituras e ao Sistema Único de Saúde (SUS) e especializados em apurar as condições de trabalho e apontar se uma doença é decorrente delas, concluíram que o suicídio teve relação com o trabalho. A Sistac discorda.

O Cerest ouviu seis mergulhadores de plataforma antes de chegar a essa conclusão. A apuração identificou que a pressão e a ansiedade que P.E.L. sentia também atingem outros trabalhadores da categoria – mais intensamente no contexto da pandemia de Covid-19.

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Parecer do Cerest atesta que morte de mergulhador P.E.L. foi relacionada a seu trabalho em plataformas de petróleo

Operário distante da terra firme, o mergulhador de plataforma trabalha em alto-mar, com equipamentos pesados e depende das condições do oceano. Ele inspeciona e faz a manutenção das áreas das estruturas que ficam debaixo d’água para a exploração de petróleo. A remuneração sobe conforme aumenta o tempo que o profissional passa no mar.

Antes, os mergulhadores ficavam 14 dias embarcados trabalhando e descansavam outros 14 dias. Na pandemia, passaram a ficar 28 dias embarcados e outros 28 em terra firme, mas não necessariamente descansando. A exigência de isolamento -- nem sempre em boas condições -- fez o período longe de casa e da família crescer ainda mais.

A mudança afetou os profissionais que trabalham em navios e plataformas de exploração de petróleo no Brasil, como os funcionários das empresas terceirizadas que prestam serviços à Petrobras.

A deterioração das condições de trabalho desses profissionais também foi identificada pela pesquisadora Liliane Teixeira, do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Em entrevista à CNN, Lilian disse que o setor do petróleo e gás está entre os que mais implementaram mudanças em rotinas e escalas, com consequências na saúde mental dos trabalhadores.

“As mudanças de escala, essa rotina de até 28 dias embarcado, são muito ruins para a saúde e para a qualidade do sono, o que desregula todo o corpo”, comenta. “Fora a ansiedade e as preocupações relacionadas à Covid a cada embarque e reencontro com a família.”

Mesmo na folga, os mergulhadores precisam dar satisfações periódicas às empresas sobre seu estado de saúde. Até sete dias antes de embarcar, precisam manter-se completamente isolados em quartos de hotel, seguindo escalas de avaliações médicas sobre eventuais sintomas da Covid-19.

Nos hotéis, a solidão é profunda. São poucas as opções para se distrair e quebrar a rotina. Os mergulhadores assistem à TV e telefonam para as famílias. Alguns tentam praticar exercícios, mas o confinamento em um quarto impõe limites.

Caso apareçam os sintomas de Covid-19 na quarentena, o mergulhador não embarca. Sem embarque, a remuneração diminui. O medo de demissão, por outro lado, aumenta. “É muita diferença de salário, e o mergulho está mandando muita gente embora com a pandemia”, relatou um dos mergulhadores entrevistados pelo Cerest.

“Há vários relatos de gente tomando remédio tarja preta”, afirma Edney Santos de Jesus, diretor jurídico do Sindicato Nacional dos Trabalhadores em Atividades Subaquáticas e Afins (Sintasa), que representa os mergulhadores. “A insegurança sobre o emprego e sobre a saúde, o período isolado num hotel, isso está deixando todo mundo doente.” 

O trabalho como fator de risco

É consenso entre especialistas que o suicídio nunca tem causa única. É multifatorial e complexo. No caso de P.E.L., a questão profissional é um dos fatores investigados pelo Ministério Público do Trabalho na investigação que conduz sobre o acontecido.

Segundo parentes, P.E.L. nunca havia tentado se matar. Mas o mergulhador recebia acompanhamento psicológico já que havia perdido uma filha em março de 2020, sete meses antes de tirar a própria vida. Uma investigação sobre a morte dela analisa a hipótese de a jovem também ter praticado suicídio. Os investigadores do Cerest e a família não veem, no entanto, relação entre a morte da jovem e o suicídio de P.E.L.. 

"Há evidências de que o momento emocional associado à mudança de turno de 28 por 28, as condições de trabalho e remuneração são fatores de estresse relevante que determinam a não aptidão para a atividade de mergulho e exposição ao isolamento em quarentena, da forma proposta”, aponta o relatório do Cerest de Santos. “O evento aponta para o nexo causal [do suicídio] com o trabalho”.

O reconhecimento do suicídio motivado por questões profissionais pelo Cerest foi levado em conta pelo INSS no processo de concessão de pensão à família do mergulhador.

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Decisão da Justiça do Trabalho determinando que escala de mergulhadores volte a ser de 14 dias embarcado e 14 em terra. Nela, a juíza Adriana Pinheiro Freitas menciona os casos de suicídio entre trabalhadores

 A morte de P.E.L. levou o sindicato dos mergulhadores, o Sintasa, a procurar as empresas do setor e a Justiça para pedir o fim da escala de embarque de 28 por 28 dias. Em 1º de junho, a Justiça do Trabalho do Rio determinou, em decisão liminar, um prazo de dez dias para que as empresas voltem a adotar a escala de 14 por 14 dias.

A juíza Adriana Pinheiro Freitas afirmou que a mudança anterior de escala não foi negociada com a categoria dos mergulhadores e citou os casos de suicídio. As empresas pediram um prazo maior para fazer a alteração.

“Não aguento mais”  

Em 4 de novembro, representantes do Sintasa e do Sindicato das Empresas de Engenharia Subaquática (Siemasa), entidade patronal, participaram de uma audiência para debater a rotina de trabalho dos mergulhadores na pandemia. A discussão prenunciou outro caso de suicídio.

Diretor do Sintasa, C.E.S.F., 53, foi convidado a dar seu testemunho e falar sobre saúde mental. Ele trabalhava desde 2008 na Belov, outra empresa de manutenção e inspeção de plataformas.

Há pelo menos um ano, sofria de depressão, o que vinha lhe impedindo de embarcar desde agosto. Na videoconferência de conciliação, C.E.S.F. exaltou-se. “Não aguento mais. Estou vivendo à base de remédios”, afirmou ele, mostrando os medicamentos.

Apesar disso, em dezembro, foi escalado como suplente -- um mergulhador reserva —- em uma equipe de trabalho que embarcaria naquele mês a serviço. C.E.S.F teria, portanto, que estar de sobreaviso e isolar-se em casa para o caso de ser convocado.

No dia 17 de dezembro, C.E.S.F. ligou para seu irmão. Estava aos prantos. Queria ajuda. O irmão foi ao seu apartamento e o encontrou aflito. “Ele estava triste pois estava se separando. Também dizia que não queria embarcar, que não queria mais ser mergulhador”, relatou à CNN. 

No dia 20, C.E.S.F. foi encontrado morto em casa, no Rio de Janeiro.

Sua morte não foi oficialmente ligada ao trabalho. A Belov informou que apurações internas constataram que o suicídio não tem relação com o serviço.

Depois da morte de C.E.S.F., ao menos outros dois funcionários de empresas que prestam serviços à Petrobras em plataformas morreram em situações que indicam suicídio. O mecânico J.M.F., da Sotreq, foi encontrado morto na Plataforma P-51, na Bacia de Campos, em abril. O enfermeiro E.P., da Modec, morreu em quarentena num hotel em Campos dos Goytacazes (RJ), em maio.

“Os suicídios se tornaram recorrentes e despertaram um alerta”, diz Marcelo Juvenal Vasco, secretário de Saúde e Segurança da FNP (Federação Nacional dos Petroleiros). “Os terceirizados do setor são os mais emocionalmente mais prejudicados.”

<a href=Os mergulhadores fazem reparos nas estruturas das plataformas de exploração de petróleo e gás Foto: Fabio Motta/Estadão Conteúdo

O que diz o Ministério Público

Procurado pela CNN, o Ministério Público do Trabalho (MPT) informou que tem investigações em curso sobre as relações de trabalho dos petroleiros e demais funções, entre as quais o mergulho.

Ressaltou que as condições de trabalho impostas durante a pandemia “se mostraram exaustivas para os trabalhadores, com impactos psicofisiológicos decorrentes da sobrecarga de trabalho e consequente fadiga física e mental”. Lembrou que, recomendou às empresas, em agosto, que disponibilizassem acompanhamento e atendimento psicológico aos trabalhadores, mas que isso foi feito por “alguns empregadores”. 

Sobre a morte de C.E.S.F., em dezembro, o MPT confirmou que o mergulhador participou de audiência, relatou estar afastado do trabalho por depressão e que não teria condições de retornar submetido às “escalas desumanas impostas pelas empresas de mergulho”.

"No caso do suicídio do trabalhador da Sistac, houve apuração pelos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador do Rio de Janeiro e de Santos, tendo ambos relacionado o suicídio ao trabalho", complementou o MPT sobre a morte de P.E.L..

O que dizem as empresas

Questionada, a Petrobras não se pronunciou sobre nenhuma das mortes citadas na reportagem. A empresa informou que previne suicídios entre seus funcionários e acompanha casos registrados entre empregados de empresas contratadas.

A Petrobras também declarou em nota que as terceirizadas devem “prover condições de trabalho seguras, tratar seus trabalhadores com dignidade e respeito, agir de forma íntegra e ética”, mas não informou que atitudes tomou a respeito das empresas cujos empregados se suicidaram. 

A Sistac informou em nota que o suicídio e P.E.L. foi um fato “muito triste” e “sentido por todos” na empresa. A empresa disse que conhece os relatórios que ligam a morte do mergulhador a seu trabalho, mas discorda deles.

“Analisamos com todo cuidado e respeito que um caso como este precisa e merece ter e n??o concordamos com esta afirmação”, declarou. “Consideramos as acusações insuficientes e genéricas.”

A empresa lembrou que P.E.L. passava por acompanhamento psicológico e cuidado redobrado da empresa desde a morte da filha, no fim de março de 2020. Segundo a Sistac, ele mesmo tinha pedido o retorno ao trabalho após um período afastado e, em exames, mostrava estar apto a exercer as atividades.

Sobre a morte de C.E.S.F., a Belov disse que lamenta o fato e colabora com as investigações. Informou também que todos os trabalhadores offshore da empresa passam por procedimentos de “prevenção à infecção [pelo coronavírus] e medidas de apoio à saúde física e mental”.

A Sotreq lamentou a morte de J.M.F. e disse prestar assistência à sua família. “Há uma investigação em curso, e a Sotreq também se colocou à disposição das autoridades."

A CNN ligou para o escritório da Modec no Rio de Janeiro. Um funcionário da empresa, que não falava português, desligou o telefone ao ser informado sobre o motivo da ligação. A reportagem ainda enviou mensagem ao funcionário, mas não recebeu resposta.

O advogado Luiz de Andrade Mendes, que defende o Siemasa no processo sobre a rotina de trabalho dos mergulhadores, informou que a entidade lamenta a morte dos trabalhadores. 

Mendes disse que o Siemasa pediu à Justiça um período de até 28 dias para adequar a escala de mergulhadores ao padrão 14 por 14. Lembrou ainda que a escala 28 por 28 só existe por causa da pandemia, e, na opinião do Siemasa, ela é menos penosa do que a fixada em decisão liminar.

"Na 14 por 14, o mergulhador estará trabalhando ou cumprindo quarentena em hotel ou em casa visto que é necessário o resguardo antes do embarque por segurança dos próprios trabalhadores", explicou Mendes. "Na 28 por 28, pelo menos há alguns dias livres em casa."

O advogado disse que esses argumentos serão levados à Justiça em momento oportuno para que a decisão liminar seja reconsiderada caso o coronavírus permaneça representando um risco aos trabalhadores do país. "Se tivermos a vacinação, essa questão acaba."

Caso precise de ajuda ou informações, procure o Centro de Valorização da Vida (CVV), que dá apoio emocional e preventivo ao suicídio. Ligue para 188 (número gratuito) ou acesse www.cvv.org.br. 

 

 

 

 

FONTE: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/2021/06/16/mergulhadores-de-plataformas-de-petroleo?gaa_at=g&gaa_n=AYc4ysvVc3m4HAoiuch6ahNmsXiUyNu1Vq7XAA-YC30kFl0DxAfBcb3kpOlEeaZxtaVKYbaOWaVCPHYg1FEw&gaa_ts=60c9ed69&gaa_sig=re1lmctZA-jBwIdT-PCO3pPHIq9lNVppp6MeTLXpA93jQKIcS82Rw7wqPVNiiZye1JOK-gwnmu0mcvYYMbMp9g%3D%3D

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Rafael Sales

Especialista conta sobre os benefícios do uso deste meio de transporte, seja na academia ou nas ruas

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Nessa quinta-feira (3) é celebrado o Dia Mundial da Bicicleta. A data foi instituída pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em abril de 2018, depois de um estudo defender a bicicleta não apenas como uma fonte de exercício físico e lazer, mas também como ferramenta de desenvolvimento sustentável. 

De acordo com o fisioterapeuta Fábio Akiyama, a prática do exercício físico em geral é de extrema importância em condições normais e também na pandemia. “Se praticado de forma regular, faz com que nosso sistema imunológico esteja mais fortalecido e menos propensos às doenças”.  E quando a prática é sobre duas rodas, a vantagem é o fato de não acontecer exclusivamente em locais fechados, em academias, mas também nas ruas. O fisioterapeuta, no entanto, recomenda que a atividade seja feita em qualquer lugar, desde que não haja  aglomeração, e que a pessoa se sinta segura. Seja ao ar livre ou não,  devem ser mantidos certos protocolos, como o uso de máscara.  

Segundo o especialista, existem uma série de benefícios que o exercício físico com a bicicleta gera. “Um treino com spinning [bicicleta estática] vai proporcionar uma melhora no condicionamento físico e respiratório, vai ativar a circulação do sangue e fortalecer a musculatura abdominal e dos membros inferiores”. Já quando se trata do ciclismo ao ar livre, além desses fatores, a atividade vai proporcionar uma série de questões neurais, por conta da estratégia que se cria ao planejar um trajeto para o destino que se quer seguir.

Este este é o exemplo de Victor Del Vecchio, 29 anos, advogado, que faz o uso da bicicleta com bastante frequência e não pretende adquirir um carro. “Eu vejo a bicicleta não apenas como uma forma rápida de me locomover, mas é uma maneira de adicionar um exercício físico no meu dia, além de eu estar contribuindo para a sociedade, à medida que tira um carro de circulação, emite menos poluentes e reforça a cultura do uso da bicicleta como meio de transporte”, afirma. 

O advogado conta que mesmo se usasse o mesmo trajeto com o carro, ainda assim não chegaria tão rápido quanto de bicicleta por causa do trânsito, especificamente nos horários de pico. “Também é uma forma de conhecer e vivenciar a cidade. Andando de bicicleta você observa mais o seu entorno, muito mais que se você passasse de carro ou até mesmo moto, você acabaria não aproveitando muito”, aponta. 

O fisioterapeuta conta que neste momento de pandemia, a bicicleta pode servir como uma ferramenta para se livrar do estresse também, já que o isolamento social proporcionou mais momentos em casa, dando espaço ao sedentarismo. “Quando a gente só fica em casa, nosso nível de estresse e nosso estado de tensão aumentam. Então, quando a gente fala sobre praticar uma atividade física, a gente não pensa apenas na questão cardiorrespiratória, a gente pensa também na questão de bem estar e na questão hormonal por trás disso”, analisa.

Desta forma, quando se trata de uma situação com a pandemia, a tendência é que a tensão seja mais presente. “Um corpo estressado é um corpo ácido, que favorece a presença de doenças e infecções. Inclusive na questão mental, porque a atividade física libera neurotransmissores que fazem com que nosso corpo se sinta bem e a gente tenha bom humor. E assim, é possível levar toda esta situação [pandemia] de uma maneira não tão traumática”, observa.

Além disso você também pode se interessar:

 

 

AVISO: O uso da bicicleta irresponsável durante a pandemia do Coronavírus coloca você e outras pessoas em risco. Os ferimentos que podem ser causados impõem um estresse desnecessário no sistema de saúde que precisa de todos os recursos disponíveis para combater o vírus, e os passeios em grupo aumentam suas chances de exposição. Siga todas as diretrizes da autoridade sanitária local e NÃO corra riscos.

 

 

 

 

FONTE: https://www.leiaja.com/noticias/2021/06/02/dia-mundial-da-bicicleta-e-celebrado-nesta-quinta-3/

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Alto Astral

Saiba mais sobre o sódio na alimentação dos pets

pets260521Shutterstock

O sódio na alimentação de pets é de extrema importância para uma saúde ótima, e a quantidade desse macroelemento na dieta animal é consideravelmente maior, não sendo prejudicial como seria aos humanos. Os alimentos industrializados convencionais (ração) são balanceados e formulados conforme as necessidades de cada fase da vida.

Além disso, eles seguem as recomendações nutricionais descritas pelo Conselho Nacional de Pesquisa da Academia Nacional de Ciências (NRC) dos EUA, pela Federação Europeia da Indústria de Alimentos para Animais de Estimação (FEDIAF) e, claro, pela Associação Brasileiras da Indústria de Produtos para Animais de Estimação Abinpet (Abinpet). Por isso, as dietas não convencionais, como a dieta caseira, quando bem formulada e prescrita, também não trazem riscos quanto à quantidade de sódio na alimentação.

O sódio faz parte de vários sistemas do organismo do animal, sendo responsável, por exemplo, pelo equilíbrio ácido-básico e pela utilização da glicose, que é a fonte de energia para as células e para os animais. A glicose só consegue ser utilizada se um sódio auxiliar sua entrada pela membrana. Desta forma ele se torna indispensável para o trabalho celular.

Esse mineral também participa da absorção de diversos nutrientes da dieta e é responsável pela contração muscular do coração, resultando nos batimentos cardíacos por meio da bomba de sódio-potássio. Para ter contração dos demais músculos, também se precisa desse mineral. Os impulsos nervosos decorrem através do uso da bomba de sódio-potássio nos neurônios, tornando-o necessário também para a transmissão nervosa.

 

 

 

 

FONTE: https://www.metropoles.com/colunas/e-o-bicho/caes-e-gatos-tambem-precisam-seguir-dieta-veja-opcoes

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Iolene Lima

 A pedagoga Iolene Lima questiona por que os pais cedem à pressão das crianças e deixam com que joguem online e usem sozinhas as redes sociais

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"Não podemos criar filhos para se tornarem adultos birrentos", diz Iolene Lima

Os “tempos modernos” relatados na música do cantor Lulu Santos citam dias melhores, novo começo de era e gente com mais habilidade de dizer sim do que não. A letra dessa música tem mais de 30 anos, mas tenho certeza de que você já ouviu. Eu realmente vejo muita verdade em alguns trechos. Ninguém duvida que o século XXI começou como uma nova era bem complicada.

Vivemos dias complexos por conta da pandemia provocada pela covid-19, mas não é só isso. A tecnologia que tanto nos ajuda (o que seria de nós sem o Whatsapp?), nos aproxima e nos faz ganhar minutos preciosos do dia, também deve ser encarada como uma ferramenta, ou seja, um instrumento. É uma ferramenta imprescindível para o crescimento da economia, da sociedade e da humanidade. Esperamos com sua ajuda, descobrir por exemplo a cura do câncer.

Mas, como a música também fala, temos visto gente falando muito sim para assuntos que na verdade não são tão simples e que muitas vezes, deveriam receber um não. Quer ver? Tenho percebido um número crescente de crianças com contas em redes sociais, contas onde são os administradores sozinhos. Postam, conversam com outros colegas e até com pessoas que não conhecem. Outros ainda passam horas jogando online com completos desconhecidos e sem a “observação” dos pais. Obviamente sabemos que os filhos fazem uma enorme pressão em seus pais para terem as tais contas, mas precisamos dizer não, ou seja, não ceder quando o assunto é segurança ou desrespeita regras e leis.

A maior questão a que os pais, nós, deveríamos responder é: estou disposto a ceder diante da pressão e expor meu filho  aos perigos da internet sem supervisão? Por outro lado, percebo também pais utilizando-se dessas ferramentas para acalmar crianças, como se o tablet ou o smartphone fossem chupeta e as plataformas de vídeos, filmes infantis da Disney. Precisamos enquanto pais, família, exercer nosso papel de proteger as crianças de todo perigo que esteja ao nosso alcance. Será que não estamos criando crianças dependentes de telinhas?

Crianças precisam brincar ao ar livre, correr, saltar, pular e até cair. Faz parte da infância. Precisam também de frustração, saber que nem sempre temos e conseguimos o que queremos. Que precisamos aguardar, ou seja, exercer a espera, a resiliência e a frustração. Essas habilidades, competências emocionais, serão muito úteis na vida adulta. Com certeza você conhece um adulto que ainda não consegue lidar por exemplo, com um não. Não podemos criar filhos para se tornarem adultos birrentos.

Há basicamente 7 razões para que crianças não fiquem sozinhas na internet:

  1. Existe assédio e violência por parte de predadores sexuais. Isso existe e infelizmente é mais comum do que você imagina.
  2. Ciberbullying:todo conteúdo postado não é apagado. A dor é legítima e as crianças podem sofrer tremendamente ao verem suas fotos virando memes de mal gosto por exemplo.
  3. Conteúdo impróprio para a faixa etária.
  4. Roubo de imagem e fotos: suas fotos podem ser usadas de forma inadequada e inclusive divulgadas em rede internacional de pedofilia.
  5. Vício de internet.
  6. Imaturidade para lidar com tanta exposição de consumo, de textos e até de imagens impróprias.
  7. Ansiedade: crianças muito expostas à tela podem desenvolver problemas emocionais como ansiedade, baixa tolerância e até agressividade.

Proteja seu filho, acompanhe seus acessos e discuta com ele as vantagens do uso seguro da tecnologia. Afinal, ela veio para ficar e deve ser usada a nosso favor.

 

 

 

 

FONTE:  https://cangurunews.com.br/criancas-perigo-internet/

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