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Jair Bolsonaro espera contar na eleição de 2022 com o apoio formal dos partidos do Centrão, que formam a sua principal base de sustentação no Congresso. Desde que o grupo aderiu ao governo, em meados do ano passado, o presidente da República tem distribuído cargos e fatias crescentes do Orçamento da União aos aliados a fim de consolidar a parceria entre as partes. Nessas transações. Bolsonaro negocia diretamente com os caciques de cada legenda, fazendo exatamente aquilo que em 2018, ao se apresentar como o candidato antissistema, dizia repudiar. Até aqui, a estratégia tem dado certo. Prócer do Centrão e presidente do PP, o senador Ciro Nogueira já declarou publicamente apoio à reeleição do ex-capitão. Mandachuva do PL, o mensaleiro Valdemar Costa Neto voltou a frequentar o Palácio do Planalto, onde prestigiou a posse da correligionária Flávia Arruda no cargo de ministra da Secretaria de Governo, pasta que cuida da articulação política e da relação com o Congresso.

bolsonaro lula210621© Divulgação/Divulgação O presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

Ciente de que a sucessão presidencial deve ser acirrada, como indicam as pesquisas de intenção de voto, Bolsonaro quer o Centrão em sua coligação para usufruir de pelo menos dois dos dotes dos aliados: tempo de propaganda na TV e recursos do fundo eleitoral. Esses ativos são distribuídos de acordo com o tamanho das bancadas de cada partido na Câmara. Se ainda estivesse no PSL, Bolsonaro teria direito a fatias parecidas às do PT, já que as duas siglas elegeram quase a mesma quantidade de deputados federais em 2018. Como Bolsonaro deixou o PSL e tende a se filiar ao Patriota, uma legenda de pequeno porte, ele só conseguirá tempo de TV e recursos comparáveis aos dos petistas se trouxer para a coligação a turma do Centrão. Por isso, o presidente faz toda sorte de concessões às cúpulas de PP, PL, PR e companhia. Ninguém sabe se esse estratégia renderá os frutos esperados por Bolsonaro, mas há um quase consenso de que a tática é arriscada. Motivo: a biografia do Centrão.

Video: Bolsonaro: “Quem não está contente comigo, tem Lula em 2022” (Poder360)


 Reprodutor de vídeo de: YouTube (Política de Privacidade, Termo)

Formado por partidos sem programa ou posição ideológica definidos, o Centrão é sempre governista, independentemente de o presidente de turno ser de esquerda ou de direita. Nas eleições, o grupo costuma apoiar o favorito ou, em caso de disputa parelha, como promete ser a de 2022, não apoiar formalmente ninguém, deixando -- como se diz no mundinho da política -- uma perna em cada canoa. Líder nas pesquisas, Lula sabe bem disso. Enquanto Bolsonaro negocia com as cúpulas dos partidos, o petista tem percorrido o país para conversar com a base das legendas, com líderes regionais e até municipais. Nesses encontros, o objetivo do ex-presidente é convencer os interlocutores de que o Centrão conseguirá eleger bancadas maiores de deputados federais se ficar isento na disputa presidencial, o que deixaria o grupo livre para fechar as alianças que bem entendesse nos estados.

O PP, por exemplo, poderia posar de governista onde o agronegócio é forte, como na região Centro-Oeste, e de oposicionista na região Nordeste, onde o PT sempre leva vantagem. Seria Bolsonaro ou Lula de acordo com a conveniência local. O importante para o PT é assegurar a isenção do Centrão em nível nacional e, assim, dificultar o acesso de Bolsonaro à propaganda na TV e às verbas do fundo eleitoral. Lula está usando a mesma estratégia no caso do MDB, que se diz de centro, e não do Centrão. O comandante do partido, Baleia Rossi, tem participado de reuniões que buscam a construção de um candidato de terceira via. Enquanto isso, emedebistas que controlam diretórios regionais já se reuniram com Lula e prometeram que, se o MDB não apoiá-lo oficialmente, não participará de qualquer chapa presidencial. A um ano e quatro meses da votação, a sucessão já está a todo vapor.

 

 

 

 

FONTE: https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/a-disputa-entre-bolsonaro-e-lula-pelo-centr%c3%a3o/ar-AALeJ5X

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Laryssa Borges

A atuação deliberada do presidente Jair Bolsonaro para estimular o fanatismo de seus apoiadores pode levar o Brasil a um cenário de conflito e violência urbana. A avaliação é do ex-ministro da Secretaria de Governo de Bolsonaro, general Carlos Alberto dos Santos Cruz. Protagonista no meio militar de articulações em busca de um nome que possa concorrer à Presidência da República em 2022 pela chamada terceira via, Santos Cruz critica o presidente por trabalhar para “arrastar as Forças Armadas para a política” e diz que o país passa, sob a administração bolsonarista, por um momento de “destruição das instituições”. Em entrevista a VEJA, ele disse que a polarização política entre apoiadores de Jair Bolsonaro e do ex-presidente Lula “não interessa” ao país, defende movimentos que buscam um candidato contra os extremos e faz duras críticas ao ex-capitão cuja campanha eleitoral um dia apoiou.

santoscruz210621© Wilson Dias/Agência Brasil O ex-ministro da Secretaria de Governo, Carlos Alberto dos Santos Cruz, participa de audiência pública na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados - 16/04/2019

Como o senhor viu as últimas pesquisas eleitorais que mostram Lula e Bolsonaro como favoritos na preferência do eleitorado para a disputa de 2022? Nessa polarização o Brasil fica no dilema entre o precipício e o abismo. Temos um ex-presidente que já teve sua oportunidade e não tem sentido a volta. E temos um presidente atual que já demonstrou que está mais preocupado com o soldo do que com a administração ou pacificação do país. É uma polarização que não interessa.

Mas as eleições do próximo ano caminham para o enfrentamento entre Lula e Bolsonaro. O PT já teve a oportunidade dele com um ciclo de mais de 13 anos e acabou se desgastando com escândalos e demagogia. Não podemos voltar 20 anos. Tem que andar para a frente. E o governo atual não conseguiu fazer nada disso. É um governo que investe no fanatismo, no show, no populismo. É o processo de qualquer regime totalitário. É divisão social, é o culto à personalidade, é o ataque às pessoas, e não a discussão de ideias. Os ataques são todos pessoais com desinformação, fake news, crimes de calúnia, de difamação, desinformação, mentira. Isso é o que está caracterizando o momento atual.

Qual o perfil ideal de um candidato à Presidência? O Brasil precisa de união, de combate à corrupção, de redução da desigualdade social. A sociedade precisa de paz e não pode ficar dividida. A sociedade dividida vai para conflito, vai para violência. Em uma sociedade dividida, esse fanatismo criminoso que estamos vivendo acaba em violência.

Existe o risco de o país descambar para a violência? Sim. Há o risco de esse fanatismo que nós estamos vivendo levar o país à violência. Eu vivi cinco anos em ambiente de conflito na África e na América Central e sei o que é a violência social. É um absurdo o que estamos vivendo. Isso é falta de responsabilidade, é uma coisa criminosa. O fanatismo e o crime caminham juntos e tem hora que você não consegue diferenciar quem está de um lado e quem está de outro. Temos uma milícia digital que denigre as pessoas, que ataca as pessoas. Isso é caso de polícia, isso é crime.

Qual o grau de responsabilidade do presidente neste estado de coisas? Temos que acabar com isso de querer arrastar as Forças Armadas para a política. Vamos fazer uma política decente. Estão todo dia falando de Forças Armadas na política. Há uma destruição das instituições. O Brasil está dividido em fanatismo, em extremismo. Isso não leva a lugar nenhum. Isso só leva à violência. A politização das Forças Armadas é um absurdo. Forças Armadas não são instrumento de pressão, de intimidação política, de disputa de poder. Isso, em vez de evoluir politicamente, é uma falta de responsabilidade.

Em que medida há essa destruição das instituições? O Coaf, que no início do governo era tão admirado pela população, foi descaracterizado. A Lava-Jato, que foi uma grande esperança para o Brasil, também se foi. O Ministério da Saúde na pandemia foi esvaziado pelo próprio presidente. O ministro anunciava uma coisa e no outro dia a autoridade fazia o contrário. Temos que valorizar as instituições.

O senhor disse que o país precisa de união. Algum pré-candidato sintetiza esse sentimento desde já? Moro tem esse histórico maravilhoso de combate à corrupção. Na história do Brasil foi o juiz que mais coragem mostrou no combate à corrupção, mas podemos ter outras opções também. A gente precisa de equilíbrio. Não tem nome agora não. A primeira coisa é se conscientizar que essa polarização não presta para o Brasil. E vai aparecer gente que queira apresentar essa proposta para o país. O importante é que a pessoa que for represente um novo projeto, um ponto de equilíbrio. Não é personificar agora quem é.

 

 

 

 

FONTE: https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/fanatismo-do-governo-pode-levar-pa%c3%ads-%c3%a0-viol%c3%aancia-diz-general/ar-AALfNuQ

 

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Rosângela Bittar

A ideia emergente de que o Exército se deixou subjugar aos caprichos de Jair Bolsonaro por temor à ascensão de Lula até pode parecer elegante, mas é falsa. O presidente pretende que seja entendida como alta política sua retórica de envelhecidos bichos-papões. Nem sequer adaptou ao século em que vive o repertório com que se elegeu e reelegeu deputado nos últimos 30 anos. Acena com as ameaças puídas de invasão de comunistas e maconheiros. Até como insultos, há muito superados pela sociedade. Os militares vergaram não por esta, mas por outra razão.

bolsonaro090621© Hélvio Romero/Estadão Jair Bolsonaro em 2017, então deputado federal pelo Rio de Janeiro (27/11/2017)

Bolsonaro tirou do seu caminho os líderes que tentavam preservar as Forças Armadas como instituição de Estado e as atraiu para seu domínio pessoal. Abrigo onde já estavam as polícias militares, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária, as milícias, as agências de inteligência, todos os estamentos de vigilância e segurança, os produtores e vendedores de armas e munições. Uma associação que lidera como poderoso chefão de um sindicato armado, cujo logotipo é a sugestiva mão com os dedos polegar e indicador esticados em ângulo reto e três dedos dobrados.

O Exército, que se sobressai entre as Forças, perdeu substância profissional e ideológica. Suas lideranças se enfraqueceram, não mais tiveram o êxito anterior em missões civis de desafiante complexidade. Como se viu na ocupação do Ministério da Saúde, onde produziu um desastre.

O Alto Comando se deixou vulnerável ao assédio histórico de Bolsonaro às patentes subalternas e forças auxiliares. O comando se exerce por meio de instrumentos típicos da mobilização trabalhista: salários, ampliação das prerrogativas, equalização das vantagens, proteção em reformas das carreiras, ampliação dos postos de trabalho.

Video: Como 2 E 2 (Estadão)


Reprodutor de vídeo de: YouTube (Política de Privacidade, Termos)

Não há nada mais no horizonte, menos ainda governo. A meta a alcançar é uma ditadura. Abertamente admitida pelos filhos do presidente. Tal projeto político pessoal e subversivo tem o fim imediato de interromper a alternância de poder caso Bolsonaro perca a disputa de 2022. Já está preparando, em público, a acusação de fraude futura, ao modelo Trump, para anular as eleições. Ao mesmo tempo que, numa espécie de plano B, turbina o Bolsa Família para reconquistar a popularidade perdida e ter um desempenho que lhe sirva de pretexto.

Na sequência, o roteiro inclui desmoralizar instituições, já tendo obtido a capitulação das que poderiam interromper sua marcha. Bolsonaro reduziu a Câmara dos Deputados a um balcão, onde compra as mudanças de legislação de que precisa para enquadrar a realidade à sua fantasia. Maneja sem esforço a Procuradoria-Geral da República. Fidelizou setores produtivos, como o ruralista. Com método, vai ocupando plenários decisivos. Amarra estatais e bancos públicos. Bolsonaro consome seu mandato em atitude possessiva e onipotente.

Na sequência cadenciada de demolições, ele aumenta agora o cerco ao Supremo Tribunal Federal. Recorre à velha teimosia acusatória: o STF o impede de gerir a pandemia como quer, com seu renitente negacionismo que colocou o Brasil no triste pódio dos campeões de mortes. Na verdade, o STF o incomoda por outras razões, não confessadas. Como vetar nomeações impróprias. Ou não se intimidar na instalação de inquéritos para investigar atos golpistas que tornaram réus seus filhos, auxiliares próximos e deputados do grupo.

Bolsonaro quer arquivar todas as investigações, sem julgamento. A resposta do Supremo Tribunal Federal a este desejo indicará seu grau de resistência.

O presidente insiste, ainda, em tirar dos Estados e municípios a gestão compartilhada da pandemia, para ser ele a única instância de decisões sobre abertura irrestrita do comércio. Alega o artigo 5.º, pelo direito de ir e vir, mas sonega o principal preceito do dispositivo, que o Supremo deverá invocar: o direito à vida.

 

 

 

 

FONTE: https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/um-sindicato-armado/ar-AAKQVn6?li=AAggXC1

 

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Flávia Said

Daniela Lima, da CNN, vem sendo alvo da militância bolsonarista nas redes sociais. Senadores da CPI se solidarizaram com a jornalista

jairbolsonaro020621Rafaela Felicciano/Metrópoles

Em conversa com apoiadores na noite de terça-feira (1º/6), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) chamou a jornalista Daniela Lima, da CNN Brasil, de “quadrúpede”.

Apoiadores questionaram o mandatário sobre uma fala da âncora da CNN 360º retirada de contexto e editada.

“‘Infelizmente somos obrigados a dar uma boa notícia, mas não é tão boa assim, não’. É uma quadrúpede. Afinal de contas, vocês sabem de quem ela foi eleitora no passado, de outra [quadrúpede] do mesmo gênero”, afirmou Bolsonaro na interação com apoiadores no jardim do Palácio da Alvorada. Ele não citou o nome da jornalista.

Nesta quarta-feira (2/6), logo na abertura na reunião da CPI da Covid, senadores se solidarizaram com a jornalista pelos ataques recebidos.

O vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), afirmou: “Causa espanto ocorrerem nesta Comissão reivindicações de urbanidade e não ter tido, no começo do dia aqui, uma manifestação de solidariedade a quem exerce a imprensa livre, a quem exerce um dos pilares da democracia; a uma mulher, jornalista, que exerce uma das funções centrais em um Estado Democrático de Direito, que é fiscalizar todos nós. Às vezes, há um sentimento de que há uma espécie de memória seletiva de a quem se solidarizar.”

“Quero, inclusive, me solidarizar com a jornalista Daniela Lima, que foi vítima dessa grosseria desse cidadão que ocupa – espero eu que muito rapidamente – o cargo de presidente da República”, disse o senador Humberto Costa (PT-PE).

Entenda

Durante a edição da última quarta-feira (26/5) do programa CNN 360º, a jornalista apresentou os dados sobre a geração de empregos no país – que, segundo os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), teve 120.935 vagas de trabalho com carteira assinada em abril.

Apesar de positivo, o dado foi o menor de 2021. A jornalista, então, falou: “Não saia daí porque agora, infelizmente, a gente vai falar de notícia boa, mas com valores não tão expressivos”.

Nas redes sociais, porém, o vídeo foi editado e Daniela Lima aparece dizendo: “Infelizmente, a gente vai falar de notícia boa”. A frase cortada gerou uma onda de ataques à apresentadora.

Diversos colegas saíram em solidariedade à jornalista, que vem sido alvo recorrente da militância bolsonarista nas redes sociais.

A conversa de Bolsonaro com apoiadores foi registrada por um canal no YouTube simpático ao presidente.

 

 

 

 

FONTE: https://www.metropoles.com/brasil/senadores-reagem-apos-bolsonaro-chamar-jornalista-de-quadrupede

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Flávia Said

Yang Wanming confirmou reunião com o Fórum de Governadores para quinta (20/5) para tratar do cronograma de entregas de insumos para vacinas

yangwanming170521Reprodução

O embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, vai receber governadores na próxima quinta-feira (20/5) para tratar do cronograma de entrega de insumos para produção de vacinas contra a Covid-19 para o Instituto Butantan e para a Fiocruz. A informação foi confirmada pela Folha de S. Paulo.

Os gestores estaduais também querem tratar de pedido feito anteriormente de 30 milhões de vacinas da chinesa Sinopharm.

A produção de doses da Coronavac pelo Butantan foi interrompida na última sexta-feira (14/5) devido à falta do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), base do imunizante.

A estimativa é produzir ao menos 18 milhões de doses de imunizantes com o novo lote de IFA. A China é fornecedora de matéria-prima para a produção tanto da Coronavac como da vacina de Oxford, produzida pela Fiocruz.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), tem feito reuniões com o embaixador do Brasil na China para tentar viabilizar o envio dos insumos. O tucano atribui a situação às falas do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) contra o país asiático.

 

 

 

 

FONTE: https://www.metropoles.com/brasil/politica-brasil/embaixador-da-china-vai-receber-governadores-para-tratar-de-insumos

 

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Mariana Costa

O depoimento de Mayra Pinheiro está marcado para a próxima quinta-feira (20/5)

mayrapinheiro170521Reprodução / Facebook

Mayra Pinheiro, conhecida como “Capitã Cloroquina”, recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para, assim como o ex-ministro Eduardo Pazuello, ficar calada na Comissão de Inquérito Parlamentar da Covid-19, que investiga ações e omissões da União no enfrentamento à pandemia do coronavírus.

Protocolado na sexta-feira (14/5), o pedido de habeas corpus se baseou na “crescente agressividade com que têm sido tratados os depoentes que ali comparecem para serem ouvidos. A falta de urbanidade no tratamento dispensado às testemunhas, proibindo-as, inclusive, do exercício da prerrogativa contra a autoincriminação”.

Mayra que é secretária de Gestão do Trabalho e da Educação da Saúde (SGTES) do Ministério da Saúde. Assim como o ex-chefe da Saúde, também é investigada no inquérito que apura a crise no fornecimento de oxigênio para o Amazonas, durante o colapso no estado.

Além disso, a “Capitã Cloroquina” também requer no habeas corpus o direito levantar questões de ordem junto ao presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM).

“Sendo-lhes garantida a palavra pelo presidente da CPI para, inclusive, suscitar questão de ordem, objetivando preservar a efetiva vigência do Regimento do Senado e das leis nele reportadas que devem ser integralmente respeitadas pela CPI, inclusive, para evitar futuras arguições de nulidade”, diz a ação.

O depoimento da secretária de gestão na CPI da Covid-19 está marcado para a próxima quinta-feira (20/5).

 

 

 

 

FONTE: https://www.metropoles.com/brasil/politica-brasil/capita-cloroquina-recorre-ao-stf-para-nao-falar-na-cpi-da-covid-19

 

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