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Guilherme Nagamine, Gustavo Faldon, Lucas Garbelotto e Ricardo Zanei

O US Open 2020 começa na próxima segunda-feira com protocolos rígidos, adaptações e desfalques de peso em consequência da pandemia de COVID-19. E também com Novak Djokovic e Serena Williams como os grandes nomes do torneio.

O Brasil chega com representantes espalhados entre simples e duplas. Os mais novos do grupo, Thiago Wild e Luisa Stefani, estreiam na competição disputada em Nova York no nível profissional.

O segundo Grand Slam deste ano terá cobertura completa dos canais ESPN, do ESPN.com.br e do ESPN App. Todas as quadras terão transmissão ao vivo ao longo da disputa do torneio.

Com tanto tempo com o circuito paralisado, é difícil fazer previsões para o segundo Grand Slam do ano.

O treino dos atletas não foi o ideal, alguns ficaram semanas sem encostar na raquete e a possibilidade de “zebras” é real devido às circunstâncias anormais do mundo em 2020.

Porém, é impossível não classificar Novak Djokovic, atual número 1 do mundo, como favorito para o US Open. Sem Roger Federer e Rafael Nadal na chave – o espanhol optou por não ir aos EUA, enquanto o suíço já abdicou da temporada 2020 -, o sérvio, que polemizou durante a pandemia, é o grande nome para ganhar mais um Slam.

Depois de três finais de Grand Slam na carreira, o número 3 do mundo, Dominic Thiem também é outro favorito a erguer a taça em Flushing Meadows. Sua derrota na estreia em Cincinnati, porém, não foi nada animadora.

O grego Stefanos Tsitsipas completa o “pódio” dos mais bem cotados na chave masculina. Ele e Thiem têm a árdua missão de, há anos, tentar fazer a nova geração interromper o reinado do “Big Four”.

E falando neste seleto grupo, Andy Murray é um nome para se ficar de olho. A saber a questão física do veterano para o torneio em jogos de cinco sets.

O australiano Nick Kyrgios e o japonês Kei Nishikori estão entre as ausências mais notáveis da chave.

Chave feminina

Assim como no caso dos homens, com o circuito interrompido há tanto tempo, é difícil fazer previsões para a chave feminina.

A atual campeã do US Open, Bianca Andreescu, bem como a número 1 do mundo, Ashleigh Barty, estão fora da chave. Elas engrossam a lista de seis top 10 que desistiram do torneio. Simona Halep, Elina Svitolina, Kiki Bertens e Belinda Bencic são as outras.

Serena Williams deve ser olhada com atenção, obviamente.

Mesmo sem ganhar um Slam desde o Australian Open de 2017 e tendo perdido as suas quatro últimas finais em Majors, incluindo os últimos dois US Open, a norte-americana é a principal favorita.

Ela busca há anos seu 24º título de Grand Slam para se igualar a Margaret Court como maior campeã da história.

Karolina Pliskova, Naomi Osaka e Sofia Kenin - campeã do Australian Open de 2020 - também estão no páreo entre as favoritas.

Dentre elas, apenas Pliskova nunca conquistou um Grand Slam. A tcheca, atual número três do mundo, tem como melhor campanha no US Open o vice-campeonato de 2016, quando foi derrotada pela alemã Angelique Kerber na decisão.

Mais longe do topo, olho também em Kim Clijsters.

A belga faz seu segundo recomeço de carreira. Primeiro, em 2007, ela anunciou a aposentadoria aos 23 anos. Voltou em 2009 ao circuito e permaneceu até 2012.

No começo deste ano, disputou dois jogos antes da parada forçada do circuito: foi derrotada por Garbiñe Muguruza em Dubai e por Johanna Konta em Monterrey.

 

Brasil no US Open

O Brasil terá seis representantes. Em simples, Thiago Wild (113º do ranking) desperta a maior curiosidade. Campeão do ATP de Santiago em março, o paranaense de 20 anos faz a sua estreia em um Grand Slam.

Thiago Monteiro (82º) é o outro brasileiro na chave. Aos 26, o cearense participará pela terceira vez do US Open. Nas duas primeiras, em 2017 e 2019, caiu na primeira rodada.

Nas duplas, serão quatro tenistas. No masculino, os experientes Marcelo Melo (com Lukasz Kubot), Bruno Soares (com Mate Pavic) e Marcelo Demoliner (com Matwe Middelkoop) são os participantes.

Mas é a caçula dos duplistas que chama mais atenção. Aos 23 anos, Luisa Stefani segue crescendo ao lado da americana Hayley Carter. Há duas semanas, elas foram campeãs no WTA de Lexington e conquistaram a segunda taça da parceria.

US Open e os protocolos de COVID-19

As medidas tomadas pela organização do torneio dividem-se em cuidados básicos e ações mais restritivas.

Uso de máscara a todo momento, distanciamento social e limite no número de pessoas dentro do complexo do US Open são algumas delas. Fãs e imprensa, por exemplo, não serão permitidos no local.

Um protocolo de testes também entrou em ação: atletas realizaram exames logo na chegada a Nova York e, após isolamento de 24 horas, foram liberados para circular com a confirmação de negativo para o vírus.

Todos se submetem a novas checagens pelo menos a cada quatro dias, obrigatoriamente.

Atletas que quebrarem a "bolha" delimitada pela organização serão eliminados do torneio. Se um convidado de tenista sair dos locais permitidos, será retirado do local e impedido de entrar na edição de 2021 (tenista recebe multa neste caso).

Tenistas que testarem positivo para COVID-19 ou dividirem um quarto com um convidado que contraiu o vírus serão automaticamente eliminados da disputa.

Com restrições e incertezas, uma série de tenistas comunicou antecipadamente a desistência do torneio. Entre eles, os já citados e atuais campeões Nadal e Andreescu.

Algumas medidas da USTA geraram tensões com atletas. Inicialmente, por exemplo, cada tenista poderia levar apenas um convidado para o torneio. Após críticas, o limite foi ampliado para três pessoas.

O órgão também liberou o aluguel de residências privadas - antes, todos ficariam em hotéis da organização.

Os tenistas também foram obrigados a assinar um termo isentando a organização caso contraíssem o vírus e sofressem possíveis consequências, como sintomas graves e morte. Em junho, a USTA havia informado que um termo do tipo não seria necessário.

Efeitos no formato

A organização torneio também promoveu adaptações. A principal delas foi a opção por automatizar os juízes de linha nas quadras secundárias.

Em vez de humanos, o sistema Hawk-Eye fará as chamadas para auxiliar o árbitro de cadeira, que não poderá mudar as decisões do sistema. Na Arthur Ashe e na Louis Armstrong, as quadras principais do torneio, juízes de linha trabalharão normalmente.

Chaves também foram reduzidas ou canceladas neste ano (ver abaixo).

Premiação

Apesar do impacto da COVID-19 nas receitas, o US Open distribuirá quase a mesma premiação de 2019. Serão 53,5 milhões de dólares (cerca de R$ 300 milhões), ou quase 95% dos valores da última temporada.

Os campeões em simples receberão três milhões de dólares cada (R$ 16,8 milhões). Em duplas, os campeões levam 400 mil dólares (R$ 2,2 milhões)

De acordo com a USTA, a expectativa é que as receitas caiam em 80% neste ano. As premiações serão pagas com reservas financeiras dos anos anteriores e verbas recebidas dos patrocinadores.

 

 

FONTE: https://www.espn.com.br/tenis/artigo/_/id/7345278/guia-do-us-open-protocolos-de-covid-19-djokovic-favorito-serena-em-busca-de-recorde-e-desfalques-de-peso

 

 

 

 

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