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“Estar careta é muito louco: você fica mais atenta e não procrastina”, afirma Rita Lee
Foto: Guilherme Samora/ Rita usa blazer da estilista Kansai Yamamoto, do clipe “On the rocks” (1983)

Ovelha negra, erva venenosa... um caso sério! Durante mais de 50 anos, Rita Lee Jones provocou, desculpa, o auê; um verdadeiro ti ti ti cor-de-rosa choque. Ousada, inquieta e debochada, a paulistana subverteu regras, alfinetou conservadores, inspirou revoluções sociais e sexuais com suas canções, d’esse tal de Roque Enrow à balada (do louco) romântica.

— Nunca fui bom exemplo, mas sou gente fina — a própria cantora nos sugeriu a frase como legenda das fotos para esta reportagem, em que aparece fumando.

“Eu, que praticamente fui uma expert em kama sutra (risos), hoje sinto o vulcão entrar em erupção com meditação, com um bom livro ou filme, com um ritual espiritual... Coisas que dão tesão na alma”, diz ela sobre sexo

“Eu, que praticamente fui uma expert em kama sutra (risos), hoje sinto o vulcão entrar em erupção com meditação, com um bom livro ou filme, com um ritual espiritual... Coisas que dão tesão na alma”, diz ela sobre sexo Foto: Guilherme Samora

A parceria com o guitarrista Roberto de Carvalho, atualmente com 67 anos de idade, foi consolidada em 1979 e 1980 com LPs intitulados “Rita Lee”, ambos recheados de hits. O primeiro disco ficou conhecido como “Mania de você”. O segundo, “Lança perfume”, ganha edição comemorativa em setembro pelos 40 anos de lançamento. De dupla a casal, Rita e Roberto frutificaram em três filhos (Beto, de 43 anos; João, de 41; e Antônio, de 39) e dois netos (Izabella, de 15, filha do primogênito do casal; e Arthur, de 3, do caçula).

A dupla Lee/Carvalho no auge: “Quando Roberto entrou na minha vida, meus horizontes musicais se expandiram”

A dupla Lee/Carvalho no auge: “Quando Roberto entrou na minha vida, meus horizontes musicais se expandiram” Foto: Reprodução de Instagram

A afeição por crianças, aliás, levou a cantora a se dedicar a uma outra paixão nos anos 80 e 90: a literatura infantil, incrementada pela dedicação à causa animal, bandeira que levanta desde sempre. Inspirada por um ratinho que a família adotou, Rita escreveu quatro livros protagonizados por Dr. Alex — em novembro do ano passado, a Globo Livros relançou “Dr. Alex” (1986) e “Dr. Alex na Amazônia” (1990), e nesta segunda-feira (dia 31) saem “Dr. Alex e os Reis de Angra” (1988) e “Dr. Alex e o Phantom” (novo título para “Dr. Alex e o Oráculo de Quartz”, de 1992), com novas ilustrações. No inédito “Amiga Ursa — Uma história triste, mas com final feliz”, de 2019, Vovó Ritinha apresentou aos pequeninos a real ursa Rowena, vítima de tráfico de animais.

Capa do livro infantil lançado no ano passado

Capa do livro infantil lançado no ano passado Foto: Reprodução

Afastada dos palcos há oito anos, “para viver sua velhice solitária”, Rita permitiu que o branco natural lhe invadisse a cabeça, sempre criativa. Abandonou o cabelo cor de fogo, assim como os vícios de toda uma vida — com exceção do cigarro. Anualmente, vem se reconectando com os fãs por meio dos livros que lança. “Rita Lee: uma autobiografia” (2016), com relatos corajosos, surpreendeu muitos deles, virou best-seller e, tão logo a pandemia da Covid-19 permita, será produzido para o cinema. Mel Lisboa, que viveu a cantora no teatro (“Rita Lee mora ao lado”, de 2014 a 2016) e em série de TV (“Elis: viver é melhor que sonhar”, de 2019), está cotada para o papel novamente, como anunciou Roberto de Carvalho em uma live no início deste mês.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

O papo a seguir é com a própria Rita Lee, que, aos 72 anos, abriu para o EXTRA suas impressões mais atuais sobre seus feitos na vida e na carreira; sobre o mundo em que vivemos e o sobrenatural. As perguntas foram respondidas por e-mail, diretamente de seu sítio no interior de São Paulo. É onde divide a agora vida pacata com o marido e os bichinhos de estimação, num confinamento opcional e anterior à quarentena imposta a todos nós. Que o vírus do amor a Rita nos contagie. Um brinde à artista e seu legado! Saúde!

Rita com o figurino criado pela designer de moda polonesa Barbara Hulanicki para a turnê “Babilônia” (1978): ela preserva a mesma forma física há décadas

Rita com o figurino criado pela designer de moda polonesa Barbara Hulanicki para a turnê “Babilônia” (1978): ela preserva a mesma forma física há décadas
Foto: Guilherme Samora

Longe dos palcos, você se reaproximou da literatura. Especialmente da infantil, com o inédito “Amiga Ursa” e os relançamentos da coleção “Dr. Alex”. Escrever para crianças lhe dá um prazer diferente?

Sim... Escrever para crianças me dá o prazer de conversar com gente do futuro, gente que vai herdar nossa Nave Mãe Terra. Passo para elas informações sobre os perigos pelos quais nosso planeta, e especialmente o Brasil, está passando em relação à destruição e o grande desrespeito à natureza.

Gosta de acompanhar a feitura dos livros, palpita nas ilustrações?

Esses quatro livrinhos do ratinho Alex foram escritos nos anos 80, quando quase ninguém falava de meio ambiente, defesa dos animais, mineração desenfreada e tantas outras tragédias. A Globo Livros resolveu relançá-los por achar os temas mais atuais do que nunca. O que fiz foi revisitar os textos, e ganhei ilustrações belíssimas de Guilherme Francini e Quihoma Isaac.

Na sua infância, você era uma leitora voraz?

Eu era viciada nas obras de Monteiro Lobato e em gibis.

“Deusmelivreguarde!”, responde a artista, sobre sonhar ser imortal, como canta em “Nem luxo, nem lixo”

“Deusmelivreguarde!”, responde a artista, sobre sonhar ser imortal, como canta em “Nem luxo, nem lixo” Foto: Guilherme Samora

Qual retorno dos leitores mirins mais a emocionou?

Ando recebendo vídeos, cartinhas e desenhos da criançada que leu e que adora as histórias de Alex, o ratinho ambientalista.

Muitas crianças também se dizem fãs das suas músicas adultas? Você compõe canções de temática infantil?

Sempre que um show nosso caía num domingo, costumávamos fazer uma matinê só para crianças... Eu adorava quando me perguntavam se eu era a Emília do “Sítio do Picapau Amarelo” (risos). No final dos anos 80, eu narrei “Pedro e o Lobo” em um show para a criançada. Até saiu em disco.

Vovó Rita gosta de inventar e ler historinhas para o pequeno Arthur? Foi assim também com Izabella?

Tutui tem 3 anos e gosta de ver as ilustrações, enquanto eu conto. Ziza já tem 15 anos, e empresto alguns livros meus que sei que vai curtir. Com esse vírus solto no mundo, só vejo meus netos via FaceTime.

“A letra de ‘Tão’ eu escrevi me olhando no espelho”, brinca Rita, sobre a música que internautas disseram ter sido dedicada a Regina Duarte

“A letra de ‘Tão’ eu escrevi me olhando no espelho”, brinca Rita, sobre a música que internautas disseram ter sido dedicada a Regina Duarte Foto: Guilherme Samora

Sua neta já chegou à adolescência. Você se preocupa em ser um “bom exemplo” pra ela?

Costumo dizer a ela para seguir o coração, mas levar o cérebro junto.

Considera-se uma avó mais careta do que foi como mãe?

Como avó, sou um misto de Dona Benta com Dercy Gonçalves: contadora de histórias, só que desbocada.

Você disse que deixou definitivamente de usar drogas quando Izabella nasceu. Permanece “limpa” até hoje?

Sim, estou limpa há 15 anos.

Família feliz: o casal com os três filhos e os dois netos, no aniversário de 67 anos de Roberto, em novembro passado

Família feliz: o casal com os três filhos e os dois netos, no aniversário de 67 anos de Roberto, em novembro passado Foto: Reprodução de Instagram

Qual foi o momento mais louco que viveu, estando sóbria?

Estar careta é muito louco: você fica mais atenta e não procrastina. A sensação é do aqui e agora, o que no momento está difícil: estamos testemunhando tragédias de todo tipo acontecendo no planeta, em especial no Brasil.

“Rita Lee — Uma autobiografia” (2016) é um dos maiores best-sellers brasileiros dos últimos tempos. Por que acha que sua vida gerou tanta curiosidade nos leitores? Está empolgada que sua história vai virar filme?

Eu escrevi o livro como uma terapia. Não esperava que fosse fazer sucesso. Mas fazer cinema hoje está muito difícil... Além da pandemia, vemos no noticiário que existem poderosos que não gostam de artistas e de cultura. Algum dia, no futuro, esse filme vai rolar.

No livro, você revela ter sido violada com uma chave de fenda, aos 9 anos, por um homem. Pelo Brasil, o assunto dos últimos dias foi a menina capixaba, de 10, que engravidou de um tio, ao ser estuprada por ele durante quatro anos. O caso ganhou conotação política, num país extremamente polarizado. Qual a sua opinião sobre tudo o que foi debatido e questionado?

Esse caso trágico abalou minha alma lá no fundo. Abusos desse tipo infelizmente acontecem com várias crianças, que ficam com medo de contar aos adultos a dor por que passam. E foi inacreditável ver um bando de cristãos de araque patrulhando a garotinha na frente do hospital e nas redes sociais.

Capa da autobiografia de Rita: obra vai inspirar filme

Capa da autobiografia de Rita: obra vai inspirar filme Foto: Reprodução

Você assinou o prefácio do livro de Luisa Mell, “Como os animais salvaram a minha vida” (2018), e agora escreveu a orelha do tão aguardado livro “Memórias”, de Xuxa, já em pré-venda. O que mais admira nelas duas?

São mulheres que ralaram muito na vida e que são vitoriosas em suas profissões. É emocionante ver Luisa peitar com coragem os poderosos da grana na luta a favor da causa animal. Ela já foi diversas vezes processada e até ameaçada de morte, mas nada a faz desistir, daí que sou sua fã. Li o livro de Xuxa e pude ver que, durante muito tempo, sua vida não foi fácil, até subir no pódio de ídolo maior dos baixinhos do país. Meus três filhos eram loucos por ela. E Xuxa vem usando seu prestígio para dar força a causas importantes: contra a homofobia, contra o abuso de crianças e contra os maus-tratos aos animais. Virei ainda mais fã dela.

Rita e o ratinho Alex, que inspirou sua coleção de livros infantis

Rita e o ratinho Alex, que inspirou sua coleção de livros infantis Foto: Acervo pessoal

O álbum “Rita Lee”, de 1980, também conhecido por “Lança perfume”, ganha edição comemorativa em LP agora em setembro. Além da importância artística, ele também tem relevância na sua vida pessoal, provocou revoluções íntimas? Quais lembranças lhe traz?

O disco todo era de hits. Foi um dos mais executados e vendidos da dupla Lee/Carvalho. Quando Roberto entrou na minha vida, meus horizontes musicais se expandiram. Ele trouxe harmonias mais elaboradas, e pude desfilar sem pudores de bolero a bossa nova, tango a rockarnaval, baladas a pauleiras. Roberto tem ouvido absoluto, é um maestro do bom gosto, parceiro musical perfeito e pai dos meus três filhos lindos. Há 43 anos juntos, posso dizer que, em matéria de homem bonito, gostoso, chique e talentoso, tirei a sorte grande!

A capa de “Rita Lee — Lança perfume”: o LP vai ganhar edição comemorativa em setembro

A capa de “Rita Lee — Lança perfume”: o LP vai ganhar edição comemorativa em setembro Foto: Reprodução

Rita reproduziu a foto de 1980 com as mesmas calça e blusa, da estilista americana Norma Kamali

Rita reproduziu a foto de 1980 com as mesmas calça e blusa, da estilista americana Norma Kamali Foto: Guilherme Samora

O repertório do disco traz músicas com versos ousados: “Me deixa de quatro no ato”/“Quero saúde pra gozar no final”... Sexo continua sendo vital?

Principalmente para os jovens, quando o furor hormonal é um vulcão em erupção. Quanto mais velho, menos fogo no vulcão, por conta da menopausa e da andropausa. Eu, que praticamente fui uma expert em kama sutra (risos), hoje sinto o vulcão entrar em erupção com meditação, com um bom livro ou filme, com um ritual espiritual... Coisas que dão tesão na alma.

Rita Lee e Roberto de Carvalho parecem ter nascido um para o outro. O que mantém a chama desse amor acesa por quatro décadas? No que são mais parecidos e diferentes um do outro?

Somos parecidíssimos no gosto musical! Rob é cachorreiro e eu sou mais gateira, ambos somos iguais no amor pelos filhos e netos. Cada um fica no seu covil na hora de dormir e, durante o dia, entre os afazeres domésticos, levamos altos papos intermináveis, rindo e chorando juntos. Somos terapeutas um do outro.

Em “Nem luxo, nem lixo”, você canta que seu sonho é ser imortal. Gostaria mesmo de ter o dom da imortalidade?

Deusmelivreguarde!

Roberto e Rita estão juntos na arte e na vida há mais de quatro décadas: “Somos terapeutas um do outro”

Roberto e Rita estão juntos na arte e na vida há mais de quatro décadas: “Somos terapeutas um do outro” Foto: Reprodução de Instagram

Que frase gostaria de ter registrada em seu epitáfio?

“Nunca foi um bom exemplo, mas era gente fina”.

Como acredita ser o paraíso?

Paraíso para mim seria estar rodeada por bichos e com uma biblioteca completa.

Você crê que Deus seja mulher? Qual é, hoje, a sua relação com essa entidade superior?

Nesse deus, em minúsculo mesmo, que a raça humana arrogantemente se vê como imagem e semelhança de, sou ateia. Acredito no Incognoscível (o que é impossível de se conhecer).

Rita em seu sítio no interior de São Paulo: isolamento voluntário há oito anos

Rita em seu sítio no interior de São Paulo: isolamento voluntário há oito anos Foto: Reprodução de Instagram

Nos últimos tempos, os relatos sobre discos voadores nos céus têm sido frequentes. Você conta em seu livro já ter visto UFOs, mas já teve alguma experiência além disso com ETs?

Vejo a raça humana como um experimento, um híbrido de celeste com terráqueo. Ultimamente, os avistamentos estão cada vez mais bandeirosos, algo a ver com essa pandemia, talvez. Mas os irmãos das estrelas sempre estiveram por aqui.

Você foi censurada, perseguida e presa na época da ditadura. Atualmente, tem-se cobrado dos artistas um posicionamento frente ao governo atual. Concorda que quem cala consente?

Sou do tempo de Getúlio. Desde então, é um entra e sai de poderosos, um pior que o outro... A bandeira que carrego desde que nasci é a da defesa dos bichos que, assim como as crianças, não têm voz para serem respeitados como merecem.

“A bandeira que carrego desde que nasci é a da defesa dos bichos que, assim como as crianças, não têm voz para serem respeitados como merecem”, afirma Rita

“A bandeira que carrego desde que nasci é a da defesa dos bichos que, assim como as crianças, não têm voz para serem respeitados como merecem”, afirma Rita Foto: Guilherme Samora

Em março deste ano, internautas viralizaram um vídeo antigo seu cantando “Tão” (aquela dos versos “Chata/ Chata/ Chata”) como se fosse uma “homenagem” à então secretária de Cultura Regina Duarte. Você se divertiu com o meme? Quem é a chata que realmente inspirou a música?

Esta letra eu escrevi me olhando no espelho (risos).

O cabelo cor de fogo foi sua marca registrada por muitos anos. Quando decidiu assumir de vez os fios brancos, foi libertador?

Desde que deixei o palco não pinto mais. Cabelo vermelho dá um trabalhão, e eu mesma pintava sem deixar cair nenhuma gota fora, anos e anos de experiência. A cada lavada, o ralo parecia uma menstruação da cor que desbotava. Me livrei dessa prisão, e muitas dondoquinhas até hoje não me perdoam, dizem que perdi minha “imagem” (risos).

Rita e o amigo Guilherme Samora no Instituto Luisa Mell: ativistas da causa animal

Rita e o amigo Guilherme Samora no Instituto Luisa Mell: ativistas da causa animal Foto: Reprodução de Instagram

Que tipos de vaidades preserva até hoje, mesmo em reclusão?

Meu lado perua adora perfumes.

Falando em ídolos, Peter Pan, James Dean e Carmen Miranda ainda são sua “santíssima trindade”? E como é ser ídolo de uma nação, a eterna Rainha do Rock brasileiro?

Sim, meus ídolos continuam os mesmos, sou corintiana fiel! Mas, cá pra nós, sempre achei meio cafona ser chamada de Rainha do Rock (risos).

A cantora no programa de Xuxa, em 1987: ela foi a primeira a ler o livro de memórias da loura, em pré-venda

A cantora no programa de Xuxa, em 1987: ela foi a primeira a ler o livro de memórias da loura, em pré-venda Foto: Reprodução

Do que Rita Lee tem medo?

Avião e barata.

Você também é atriz, e suas músicas embalaram dezenas de novelas ao longo de décadas. Gostaria de ter interpretado alguma personagem da teledramaturgia?

Carminha, da novela “Avenida Brasil”: “É tudo culpa da Rita!”.

 

 

FONTE: https://extra.globo.com/tv-e-lazer/sem-drogas-ha-15-anos-com-excecao-do-cigarro-rita-lee-relanca-livros-infantis-nunca-fui-bom-exemplo-mas-sou-gente-fina-24610169.html

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