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Emilio Sant’Anna

Pfizer? Melhor", diz o rapaz na fila da Unidade Básica de Saúde (UBS) Bom Retiro, na região central de São Paulo. "É, veja bem... acho que dá para confiar mais nos americanos do que nos outros", completa. Se não é a regra, Caio Silveira, de 34 anos, tampouco chega a ser a exceção na corrida pela vacina contra a covid-19.

caiosilveira090621© WERTHER SANTANA/ESTADÃO CONTEÚDO Paulistanos rodam unidades de saúde atrás da 'vacina certa'. Na foto, Caio Silveira em frente à UBS de Bom Retiro, onde foi caçar o imunizante da Pfizer 

A desconfiança que leva à preferência pelo imunizante da farmacêutica norte-americana em relação à Coronavac e à Oxford/AstraZeneca vem, muitas vezes, do acesso a informações desencontradas sobre reações indesejadas e níveis de proteção contra esta ou aquela variante do vírus. Em outras, o motivo é mais prático: algumas pessoas querem estar prontas para viajar quando a pandemia passar e temem a criação de um "passaporte da vacina". Por ora, a imunização com a Coronavac não garante o acesso à União Europeia, por exemplo. Mas em alguns casos é só a vacinação em massa que deve liberar fronteiras. Desde 26 de janeiro, passageiros que nos últimos 14 dias estiveram em Reino Unido, Irlanda e 26 países europeus, além de África do Sul e Brasil (por causa das variantes), estão proibidos de entrar nos EUA.

No início deste mês, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou o uso emergencial da Coronavac, a vacina contra a covid-19 mais comum no Brasil. A autorização foi um passo importante para que a União Europeia, que atualmente discute a flexibilização das suas fronteiras, comece a aceitar a entrada de pessoas já imunizadas com ela. Ainda assim, para quem tomou a vacina produzida no Instituto Butantan acessar o território europeu não é tarefa nada fácil. A viagem é condicionada à apresentação de um teste PCR feito até 72 horas antes do embarque e a uma quarentena de 14 dias no país de desembarque, com isolamento e rastreio de contatos.

Essa é uma das preocupações da comerciante Kika Kim, de 49 anos, um lugar à frente de Caio na fila. "Por enquanto não tenho nada planejado, mas é melhor tomar logo a que posso viajar se eu precisar", afirma.

Para Caio, viagens internacionais ainda são uma realidade distante. A preocupação do administrador é mesmo não ter reações adversas e poder contar com o que ele acredita ser a maior proteção da vacina da Pfizer. Ele sofre de asma e saiu do Tatuapé, na zona leste, após ouvir falar que ali conseguiria receber a primeira dose desse imunizante. Atestado médico à mão, ele busca o que seu irmão, que também sofre com a asma, já fez. Isso à parte, o medo de se infectar com uma cepa para a qual a vacina da AstraZeneca seja menos eficiente que as demais também pesa.

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© WERTHER SANTANA/ESTADÃO CONTEÚDO
Rosimeire Ferreira foi à xepa da UBS de Santa Cecilia em busca de uma dose da Pfizer

A cerca de 2 km dali, na UBS Santa Cecília, também na região central de São Paulo, a policial civil aposentada Rosimeire Ferreira, de 49 anos, foi atrás da "xepa", a sobra da vacina. Preferência? "A da Pfizer", diz. "A gente ouve que é melhor do que a Coronavac, então é essa. A da AstraZeneca parece que dá muita reação."

Cinco lugares atrás dela na fila, o estudante Maurício Kalife, 19, está ainda mais decidido. Para sua sorte, nesta terça-feira a vacina da farmacêutica americana era a que estava sendo oferecida. Não fosse o caso e ele procuraria outro posto de saúde. "Confio mais nos europeus e americanos", afirma.

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© WERTHER SANTANA/ESTADÃO CONTEÚDO
Mauricio Kalife, de 19 anos, diz que 'confia mais nos europeus e americanos' quando o tema é vacina 

Crítica

Não deveria ser o caso, explica a infectologista do Hospital Sírio-Libanês Mirian Dalben. Todas as vacinas disponíveis hoje no País são eficazes e seguras. "É muito complicado comparar a eficácia global das vacinas", diz. "O estudo da Pfizer foi feito antes da maioria das variantes surgir, no meio do ano passado, e a da Coronavac, depois." Lançadas após a fase três das pesquisas, todas elas ainda passam por acompanhamento para se medir a eficácia em populações maiores ao longo do tempo, a chamada fase 4. "Pode ser que depois de um tempo, no futuro, possa se dizer que uma é melhor que a outra para determinada população", afirma a infectologista. "Agora, o importante é tomar qualquer uma das três e não adiar. Não dá para ser sommelier de vacina."

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© WERTHER SANTANA/ESTADÃO CONTEÚDO
Todas as vacinas contra o coronavírus disponíveis no Brasil são eficazes e seguras

Procurada, a Prefeitura de São Paulo afirma que todas as vacinas disponíveis no Brasil foram aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e têm eficácia comprovada. "A pasta orienta que não seja feita escolha de um imunizante e nem que a vacinação seja atrasada por isso." Em nota, a administração municipal afirma que "o Município dispõe de doses suficientes de vacinas contra covid-19 para vacinar o público elegível e, neste momento, estão disponíveis os imunizantes da Pfizer para a primeira dose, Oxford/AstraZeneca para a primeira e segunda dose, e Coronavac, exclusivamente para a primeira dose de grávidas e puérperas e para a segunda dose dos grupos elegíveis".

 

 

 

 

FONTE: https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/viagem-futura-e-desconfian%c3%a7a-fazem-paulistanos-perseguirem-vacina-da-pfizer/ar-AAKRayd?li=AAggXC1

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Após os casos de contaminação com a variante indiana da covid-19 no Maranhão, mais dois estados investigam casos suspeitos e contaminação pela variante B.1.617.

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Reprodução/Visual Science

No Pará, a Secretaria de Estado de Saúde investiga dois casos suspeitos no município de Primavera, a 193 quilômetros de Belém. Os pacientes teriam visitado o litoral maranhense na semana passada. No Ceará, um casos suspeito também está sob análise das autoridades sanitárias.

No último sábado, o Ministério da Saúde decretou a implantação de barreiras sanitárias em aeroportos e rodovias e o envio de testes rápidos de covid-19 para o Maranhão e estados com fronteiras para fortalecer a estratégia de bloqueio sanitário.

Vacinas

Um estudo realizado pela agência de saúde pública da Inglaterra divulgado no último sábado mostrou que as vacinas da Pfizer/BioNTech e da AstraZeneca/Oxford são efetivas contra uma das variantes indianas do coronavírus.

A vacina da Pfizer registrou 88% de efetividade contra casos sintomáticos da variante B.1.617.2 duas semanas após a segunda dose, enquanto a Oxford obteve 60% de efetividade após a segunda dose.

Ambas apresentaram 33% de efetividade contra a variante após a primeira dose.

A variante B.1.617.2 é uma sub-linhagem da B.1.617, que já foi detectada no Brasil.

O artigo ainda não passou por revisão de pares (outros cientistas) e também não foi publicado em revista científica.

 

 

 

 

FONTE: https://www.metroworldnews.com.br/foco/2021/05/24/covid-19-variante-indiana-ja-pode-estar-circulando-em-tres-estados.html

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu nesta quarta-feira, 19, o pedido de autorização temporária para uso emergencial da vacina contra a covid-19 Convidecia, do Laboratório CanSino, e afirma que a análise da documentação já foi iniciada. “No momento, está sendo feita a triagem para verificar se todas as informações para a avaliação foram devidamente apresentadas”, afirmou a agência em nota.

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CanSinoBIO's vaccine Photo: VCG

Segundo a Anvisa, o pedido foi feito pela empresa Belcher Farmacêutica, representante do laboratório chinês CanSino Biologics no Brasil. A agência tem sete dias úteis para se manifestar sobre o pedido caso todos os requisitos legais tenham sido cumpridos pela empresa solicitante.

O laboratório já havia realizado duas reuniões com representantes da Anvisa nos dias 8 e 15 de março deste ano. Nos encontros, foram apresentados os procedimentos necessários e as informações que a empresa deveria fornecer para que a Agência pudesse analisar o seu pedido.

O imunizante da CanSino é produzido a partir de um adenovírus humano não replicante e foi desenvolvido em parceria com a Academia de Ciências Médicas Militares da China. A vacina é oferecida em apenas uma dose.

Os ensaios clínicos da Convidecia foram desenvolvidos no Paquistão, na Rússia, no Chile, na Argentina e no México. Os dados desses estudos serão analisados pela Anvisa.

Embaixador da China

Antes da confirmação da Anvisa, a informação havia sido divulgada na conta do Twitter de Yang Wanming, o embaixador da China no Brasil. O embaixador disse que a fabricante já entrou em contato com o Ministério da Saúde e que a China está comprometida em "continuar e ampliar" a parceria com o Brasil no fornecimento de vacinas.

"A vacina Cansino, eficaz com só uma dose, está sendo aplicada na China. O laboratório chinês Cansino já entrou em contato com Ministério da Saúde brasileiro e apresentou o pedido à Anvisa para autorização de uso emergencial no Brasil. A China está comprometida em continuar e ampliar a parceria de vacinas com o Brasil".

 

 

 

 

 

FONTE: https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/anvisa-recebe-pedido-de-uso-emergencial-de-vacina-contra-a-covid-do-laborat%c3%b3rio-cansino/ar-BB1gUW2K?li=AAggXC1

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O que é a tuberculose e como é transmitida

tuberculose110521© Foto: Omar Paixão/SAÚDE é Vital Tudo sobre tuberculose

A tuberculose é uma doença infecciosa causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, mais conhecida como bacilo de Koch. Ela é transmitida através de gotículas respiratórias expelidas por pessoas com a enfermidade ativa. Seus sintomas incluem tosse e febre. O tratamento demora meses, mas é bastante eficaz.

De acordo com um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), foram registrados 10 milhões de casos em 2019, sendo que 1,2 milhão de pessoas morreram. Estima-se que outros 3 milhões de indivíduos tiveram a doença, mas não foram diagnosticados — ou essa comunicação não chegou para as autoridades.

No Brasil, foram 96 mil novos casos e 6,7 mil mortes em 2019. Fazemos parte da lista de 30 países que concentram 90% de todos os diagnósticos no mundo. A enfermidade se concentra em nações mais pobres.

Os tipos de tuberculose

A pneumologista Denise Rossato Silva, da Comissão Científica de Tuberculose da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), conta que há a tuberculose pulmonar e a extrapulmonar. "A diferença é que a pulmonar afeta os pulmões, enquanto a extrapulmonar também atinge outros locais, como pleura, gânglios, meninges, intestino e sistema osteoarticular", explica.

Essa segunda versão acontece normalmente quando a bactéria sai do sistema respiratório, chega em outros órgãos e provoca estragos por lá.

Quais são os sintomas

Os principais sintomas são tosse — que pode ser acompanhada de sangue —, febre, emagrecimento, perda de apetite e sudorese noturna. A tuberculose extrapulmonar também é marcada por dor nos órgãos atacados pelo bacilo de Koch.

"O tempo da infecção para o surgimento dos sintomas e a duração dos mesmos variam de paciente para paciente. Mas a maioria apresenta melhora significativa após dois meses de tratamento", informa Denise.

Fatores de risco da tuberculose

"São muitos. Entre os principais, temos tabagismo, diabetes, uso de álcool e outras drogas ", enumera Denise. Doenças que diminuem a imunidade, como a aids, também facilitam a instalação do bacilo de Koch. O mesmo vale para remédios que afetam nosso sistema de defesa.

A tuberculose é mais comum em homens dos 20 aos 49 anos. Além disso, existem populações mais vulneráveis à enfermidade, a exemplo de indígenas e pessoas em situação de rua ou privadas de liberdade. Ambientes pouco ventilados favorecem a disseminação da enfermidade.

Como funciona o diagnóstico

Após a suspeita do quadro, o chamado exame de escarro entra em cena. O paciente basicamente cospe dentro de um recipiente, e o material é avaliado em laboratórios.

Em 2019, o Sistema Único de Saúde (SUS) incorporou o teste rápido molecular (TRM-TB), que é realizado da mesma forma, mas dá o resultado em cerca de duas horas.

Tuberculose tem cura? Como funciona o tratamento

"Tem cura sim, desde que o tratamento seja seguido adequadamente. Ele está disponível somente no SUS", afirma Denise.

O esquema terapêutico via de regra inclui dois meses de rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol. Todas essas substâncias são combinadas em apenas um comprimido, que é engolido diariamente. Em sequência, são receitados apenas rifampicina e isoniazida durante quatro meses.

Uma das maiores dificuldades para controle da tuberculose é o fato de que as pessoas abandonam os medicamentos quando os sintomas somem. Mas isso não significa que a bactéria foi eliminada.

"O paciente que não faz o tratamento adequadamente e até o fim pode desenvolver formas resistentes da doença e até morrer. Além disso, ele segue transmitindo para outras pessoas", alerta Denise.

Como prevenir

Existem várias medidas para evitar a tuberculose. A primeira é aplicar a vacina BCG nos recém-nascidos na própria maternidade. Se isso não ocorreu por algum motivo, a recomendação é tirar o atraso quanto antes, no máximo até os 5 anos de idade. "O imunizante diminui o risco de desenvolver as formas graves, como a meningite tuberculosa", pontua Denise.

Outra etapa importante é testar familiares e outros indivíduos que entraram em contato com o paciente diagnosticado. Todos eles precisam fazer o exame do escarro.

É que, mesmo sem sintomas, a pessoa pode ter sido infectada. E há uma possibilidade de a bactéria ficar escondida no corpo por um tempo indeterminado, e aproveitar uma queda na imunidade para disparar seus estragos. Ao diagnosticar precocemente a invasão, em algumas situações já é possível fazer o tratamento para eliminá-la de vez.

Os infectados também devem aderir a algumas medidas de controle, como manter os ambientes bem ventilados e com entrada de luz solar, proteger a boca com o antebraço ou um lenço ao tossir e espirrar, não compartilhar talheres e copos e evitar aglomerações.

Ah, e fique sabendo que quem já pegou a tuberculose não está livre de uma segunda infecção no futuro. Não deixe de procurar o médico caso apresente os sintomas novamente ou se tiver contato com alguém doente.

 

 

 

 

FONTE: https://www.msn.com/pt-br/saude/medicina/tuberculose-o-que-%c3%a9-sintomas-tipos-tratamentos-e-como-%c3%a9-a-transmiss%c3%a3o/ar-BB1gAfbv?li=AAggXC1

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PODER360

Pesquisa feita por cientistas da Duke University, nos Estados Unidos, mostra que o desenvolvimento de uma “vacina universal” contra o coronavírus está próximo. O imunizante protegeria contra atuais e futuros betacoronavírus. Uma linhagem do vírus, Sars-CoV-2, foi responsável pelo surgimento da covid-19.

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Ali Raza/Pixabay - Imunizante protegeria contra atuais e futuros betacoronavírus, vírus responsável por covid-19, Mers (Síndrome Respiratória do Oriente Médio) e Sars (Síndrome Respiratória Aguda Grave)

Os resultados, ainda preliminares, foram publicados nessa 2ª feira (10.mai.2021) na plataforma on-line da revista científica Nature. Eis a íntegra (20 MB).

Além da covid-19, os betacoronavírus causaram outras epidemias, como as da Mers (Síndrome Respiratória do Oriente Médio) e Sars (Síndrome Respiratória Aguda Grave).

Os pesquisadores se concentraram em desenvolver um imunizante que bloqueie a ligação da chamada proteína Spike com o receptor ACE2.

Essa ligação, responsável por permitir que o vírus ataque o sistema imunológico, é comum a todos os betacoronavírus. Por isso, a comunidade científica acredita que futuras linhagens do vírus também dependerão dessa conexão para atacar o sistema imunológico.

No trabalho da Universidade Duke, liderado por Kevin Saunders, grupos de macacos foram vacinados com dois tipos de vacina.

Uma continha nanopartículas que levam partes da proteína Spike. A outra usou a mesma tecnologia dos imunizantes anticovid desenvolvidos pela Pfizer/BioNTech e Moderna: o mRNA (RNA mensageiro).

Os pesquisadores, então, inocularam os coronavírus da Mers, da Sars e da covid-19 (variantes brasileira, sul-africana e chinesa). Os grupos vacinados foram comparados a outros, de animais infectados e não vacinados.

Ambas as vacinas foram eficientes ao bloquear a ligação da proteína Spike com o receptor, mostrando que são eficazes na proteção contra infecções causadas pelos betacoronavírus.

Os resultados mostram que o imunizante de nanopartículas se saiu melhor. Mas os cientistas ressaltaram que a vacina de mRNA também neutralizou a ação dos vírus e pode ser importante para “fornecer uma plataforma para o desenvolvimento de vacinas” universais.

O imunizante ainda precisa passar por duas etapas antes de chegar ao mercado: aplicação em pequenos grupos de humanos e testes em larga escala.

 

 

 

 

FONTE: https://www.poder360.com.br/coronavirus/cientistas-desenvolvem-vacina-universal-contra-coronavirus/

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Por Agência Brasil

Público será vacinado de acordo com idade.

vacina270421Dose da vacina contra a Covid-19 é preparada para ser aplicada / Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press

Em maio começa uma nova fase da vacinação contra a covid-19 no país. O foco agora são as pessoas com doenças pré-existentes, como problemas cardíacos e do pulmão, hipertensão arterial e diabetes, que podem oferecer risco de agravamento da doença.

Para garantir a vacinação desse grupo, o Ministério da Saúde explica que é importante que essas pessoas estejam pré-cadastradas no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações ou em alguma unidade de saúde do SUS.

Mas, quem não tiver a inscrição vai poder tomar a vacina. Para isso, é preciso apresentar no momento da imunização um comprovante da comorbidade, como exames, receitas, relatório médico ou prescrição médica.

A convocação desse grupo será de acordo com a idade, dos mais velhos aos mais jovens. Então os primeiros a serem convocados serão as pessoas de 55 a 59 anos, depois de 50 a 54 anos, e assim por diante.

Desde o início da campanha de vacinação, no dia 18 de janeiro, já foram distribuídas mais de 53 milhões de doses de vacinas covid-19, alcançando aproximadamente 30 milhões de pessoas. 

Até o momento foram vacinados os seguintes grupos prioritários: Trabalhadores de saúde; pessoas acima de 60 anos que morem em abrigos, pessoas com mais de 18 anos com deficiência que também morem em abrigos. Idosos a partir de 65 anos, povos indígenas, quilombolas e a população ribeirinha.

Além das forças de segurança e salvamento e Forças Armadas, as pessoas com mais de 60 anos estão sendo vacinadas conforme o calendário de cada estado, mas estão garantidas ainda nessa primeira fase de vacinação.

Veja a relação completa de comorbidades do Ministério da Saúde.

 

 

 

 

FONTE: https://afnoticias.com.br/estado/saude-anuncia-vacinacao-de-pessoas-com-comorbidades-na-faixa-etaria-dos-50-anos

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